Circuito de Corridas Caixa atinge a marca de 300 mil atletas

Circuito de Corridas Caixa atinge a marca de 300 mil atletas / Foto: Luiz Doro /adorofoto/HT SportsCircuito de Corridas Caixa atinge a marca de 300 mil atletas / Foto: Luiz Doro /adorofoto/HT Sports

São Paulo - O Circuito de Corridas Caixa, mais tradicional série de provas de rua do Brasil, encerra a temporada de aniversário de 15 anos com muitos motivos para comemorar. 
 
Em 12 etapas, reuniu cerca de 20 mil atletas e arrecadou mais de 700 pares de tênis para associações assistenciais por meio do projeto Pegada do Bem e, mais importante, seguiu firme em sua missão de fomentar o esporte de alto rendimento e, ao mesmo tempo, valorizar sua importância como ferramenta de saúde, qualidade de vida e inclusão. Criado em 2004, já recebeu 300 mil pessoas em 143 provas por todo o território nacional.
 
Com êxito alcançado em 15 anos de história, a temporada 2019 está confirmada e o novo calendário será divulgado em breve pela HT Sports, responsável pela organização do evento desde a primeira edição. “O ano de 2018 foi muito produtivo e de fortes emoções com o aniversário de 15 anos de atividades ininterruptas do Circuito CAIXA. Encerramos uma temporada especial com saldo extremamente positivo e só posso agradecer à Caixa pelo apoio incondicional por todo esse período e aos nossos parceiros Centauro e Indaiá. Já estamos focados em 2019 para continuar levando muito esporte e alegria pelas ruas das principais cidades e capitais do Brasil”, garante Hélio Takai, diretor da HT Sports.
 
O Circuito Caixa é um exemplo de democracia esportiva que somente a corrida de rua oferece. Recebe atletas da categoria Elite 10km, que lutam pela vitória. E acolhe milhares de amadores de todos os níveis de condicionamento físico, entre homens e mulheres, na categoria geral, oferecendo percursos de 10km e 5km. Outra opção é a possibilidade de correr em duplas ou simplesmente caminhar. “O evento é uma ferramenta de desafio para os participantes. Alguns fazem dele um instrumento para melhorar a qualidade de vida. Outros, mais experientes, o utilizam para aprimorar suas marcas pessoais. Sem contar a elite nacional e destaques internacionais, que brigam pelos prêmios em dinheiro”, explica Takai.
 
Inclusão - Em 2018, o Circuito Caixa passou por Belo Horizonte, Uberlândia, Salvador, Campo Grande, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Curitiba, São Paulo, Brasília e Goiânia. Outro fator relevante nesta temporada foi a inclusão. Em 15 anos de história, o evento tem acolhido portadores de diferentes tipos de deficiência. Neste ano, ampliou suas ações ao passar a integrar o calendário do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). A parceria agregou quatro provas chanceladas pela entidade: Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e São Paulo. Vale lembrar que a participação de atletas com necessidades especiais é ampla, porque há aqueles que correm em busca de qualidade de vida ou sem participar do ranking do Comitê Paralímpico Brasileiro.
 
O campeão olímpico Joaquim Cruz esteve em Ribeirão Preto como padrinho da etapa e aprovou a iniciativa do Circuito Caixa. Ele compartilha das expectativas positivas e sonha com voos maiores para o paradesporto nacional nos próximos anos. "Minha experiência no Circuito Caixa em Ribeirão Preto foi muito positiva. Acredito que, para os próximos anos, o incentivo poderia ser maior, como, por exemplo, sorteio de cadeiras esportivas e até premiação em dinheiro. Tratar de forma igualitária também é uma forma de inclusão", sugeriu o medalha de ouro nos Jogos de Los Angeles/84 e integrante do programa Heróis do Atletismo Caixa.
 
Heróis do Atletismo - Além de Joaquim Cruz, o Circuito Caixa teve como padrinhos outros ex-atletas que levaram o atletismo brasileiro ao topo do esporte mundial. Cada etapa contou com um padrinho que, além de participar da largada e premiação das corridas, ministrou palestras em escolas locais e interagiu com os fãs na entrega dos kits. A lista contou com Lucimar Moura, André Domingues, Rosemar Coelho Neto, Claudio Roberto De Souza, Vanderlei Cordeiro De Lima, Arnaldo De Oliveira, Fabiana Murer e Maurren Maggi. “O interesse dos participantes em interagir com os Heróis do Atletismo Caixa cresceu muito. E isso é muito bom, porque evita que nomes importantes do atletismo caiam no esquecimento ao mesmo tempo que valorizamos seus grandes feitos, como medalhas em olimpíadas, em mundiais e seus recordes. Além disso, em suas palestras, todos eles reforçam a importância do esporte como instrumento de inclusão social”, completa Takai.
 
Duelo Brasil x África - Ao longo de 12 etapas, o Circuito Caixa protagonizou um duelo particular entre brasileiros e africanos pelo lugar mais alto do pódio. Ao final da temporada, um empate, com vitória do Brasil entre os homens e hegemonia das estrangeiras entre as mulheres. Os resultados foram invertidos. Na categoria Elite 10km Masculina, o placar aponta 8 x 4 para os atletas que defenderam a bandeira verde-amarela. Na feminina, também 8 x 4, mas para as quenianas, maioria entre as representantes da África na competição. No quesito melhores marcas, 2 x 0 para os 'brasucas'. Os atletas mais velozes da temporada 2018 foram Giovani dos Santos, com 29min34, e Franciane dos Santos Moura, com 34min24, ambos na etapa de Belo Horizonte, dia 11de maio, na primeira prova do ano.
 
Pegada do Bem - Criado há seis anos, o projeto Pegada do Bem já arrecadou mais de seis mil pares de tênis. Apenas em 2018, foram mais de 700 em 12 etapas do Circuito CAIXA. Ao longo desse período, a ação recebeu doações de calçados esportivos a fim de incentivar a prática do atletismo em regiões de maior vulnerabilidade social. Com isso, reforça ações já existentes e ainda impulsiona a descoberta de novos talentos. Todo material arrecadado foi encaminhado para entidades assistenciais das cidades participantes.
 
 

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