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Calcados de atletismo da Nike para a Rio 2016 apostam na velocidade

Os calçados de atletismo de 2016 da Nike aproveitam a inovação da placa de pinos e os insights dos atletas para deixá-los mais rápidos, não importa a distância / Foto: Divulgação/NikeOs calçados de atletismo de 2016 da Nike aproveitam a inovação da placa de pinos e os insights dos atletas para deixá-los mais rápidos, não importa a distância / Foto: Divulgação/Nike

Rio de Janeiro - Quando se trata de atletismo, "rapidez" tem várias definições. Ela pode significar correr 100 metros em 10.70 segundos ou cobrir 10.000 metros em 27:30.42 e ganhar a medalha. Antecipando agosto, os designers de calçados da Nike tiveram a tarefa de não só vestir, mas também acelerar os atletas em todo o leque de corridas.
 
Eles começaram com a ciência para o espectro da velocidade, que diz que para fazer com que um velocista, como a tricampeã mundial dos 100 metros e vencedora de duas medalhas de ouro, Shelly-Ann Fraser-Pryce, seja mais rápida por meio de um calçado, você deve endurecer a sola. Imagine um taco de beisebol: quanto mais longo o taco, mais forte você pode bater na bola. Trata-se de transferência de força. A ideia de fazer uma placa de pinos mais rígida é a mesma: ela aumenta a capacidade do pé para estimular a força propulsora contra o chão - o componente-chave de velocidade.
 
Mas a rigidez é apenas uma parte da solução; o calçado também deve ser leve. Ferramentas de ponta de design computacional e prototipagem rápida em impressão 3D levaram a equipe a encontrar o equilíbrio ideal de requisitos e resultaram na criação da sapatilha Nike Superfly Elite, que impulsionou Fraser-Pryce na pista, 0,013 segundos mais rápidos, uma diferença que poderia significar a diferença entre o primeiro e o quarto lugar.
 
Para atender a sua diretiva de maior "rapidez", a equipe procurou estender a inovação da placa Superfly Elite para todos os calçados de atletismo, observando que à medida que as distâncias dos eventos aumentam, a velocidade envolve menos a rigidez e mais a resistência, colocando o amortecimento em primeiro lugar. A mesma ação e reação se aplica ao cabedal: enquanto os 100 e 200 metros requerem máxima contenção, distâncias mais longas requererem mais respirabilidade. O resultado: cada calçado é mais do que a soma de suas partes; é um sistema de aceleração coeso.
 
 

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