Peruana perde medalha e brasileira pode ser bicampeã do Pan

Adriana (à esquerda) e Tejeda, que teve seu ouro suspenso / Foto: Getty ImagesAdriana (à esquerda) e Tejeda, que teve seu ouro suspenso / Foto: Getty Images

Rio de Janeiro – A Organização Esportiva Pan-Americana (Odepa), através de seu comitê executivo, optou por retirar por doping a medalha de ouro ganha pela peruana Glayds Tejeda na maratona disputada nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho. 
 
A decisão foi confirmada pelo presidente da Odepa, Julio Maglione. Em entrevista à rádio Ovación, o argentino revelou a punição à atleta, depois de ter sido confirmado que ela usou substância proibida pela Agência Mundial Antidoping. Tejeda nega as acusações. 
 
É provável que o ocorrido favoreça a brasileira Adriana Aparecida da Silva, medalhista de prata na mesma prova. Caso seja confirmada como ouro, a maratonista se consagrará bicampeã, depois de ter sido primeira colocada também no Pan de Guadalajara, em 2011. No quadro de medalhas, o Brasil passaria a ter 42 ouros. 
 
"Vamos retirar a medalha, baseados no informe médicos. É possível apelar, e isto agora é com a Federação Internacional de Atletismo (IAAF)", explicou Maglione. Tejeda foi campeã da maratona com o tempo de 2h33min03s, com Adriana em segundo, pouco mais de dois minutos depois.
 
Outra que deve se beneficiar da decisão é a americana Lindsay Flanagan, que passaria de terceira para segunda colocada. A canadense Rachel Hannah, então quarto lugar, ganharia a medalha de bronze, enquanto a brasileira Marily dos Santos subiria para a quarta posição na maratona.
 
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