Confirmado novo ouro no Pan, dois meses após a competição

Adriana Aparecida da Silva é ouro no Pan e tem índice olímpico para a maratona / Foto: Wagner Carmo / CBAtAdriana Aparecida da Silva é ouro no Pan e tem índice olímpico para a maratona / Foto: Wagner Carmo / CBAt

Rio de Janeiro – Depois de ter sua medalha definitivamente cassada pela Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa) por uso de doping, a peruana Gladys Tejeda terá de passar seu ouro conquistado na maratona do Pan de Toronto para a brasileira Adriana Aparecida da Silva, segunda colocada na prova. 
 
Com o novo resultado, a maratonista se torna bicampeã pan-americana, já que também foi medalhista de ouro no Pan de Guadalajara, em 2011. Além disso, com o novo ouro, o Brasil vai a 42 medalhas douradas no quadro de medalhas.
 
"Acho que a ficha ainda não caiu direito. É um título muito importante para mim. Eu lamento muito o que aconteceu com a Gladys, pois as peruanas passaram a ser referência para mim, pelos resultados que estavam fazendo nos últimos anos. Ao mesmo tempo, não posso deixar de ficar feliz com o meu título, pois sempre lutei muito por isso", comemorou Adriana.
 
Tejeda testou positivo para a substância furosemida e está sendo investigada pela Odepa. Ainda não há uma data definida pelo órgão nem pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) para a entrega da medalha. 
 
Adriana, por sua vez, se recupera de lesão sofrida nos tornozelos durante seus treinamentos. A maratonista esteve imobilizada por um mês e tem retomado aos poucos a rotina de treinos, de olho nos Jogos Olímpicos de 2016 (a atleta já possui o índice e sua marca, de 2h35m40s, com o doping de Tejeda, passa a valer como novo recorde do Pan).
 
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