O melhor da Ginástica Artística em 2018

Arthur Zanetti foi campeão nas argolas e ajudou o Brasil a conquistar o ouro por equipe nos Jogos Sul-Americanos / Foto: DivulgaçãoArthur Zanetti foi campeão nas argolas e ajudou o Brasil a conquistar o ouro por equipe nos Jogos Sul-Americanos / Foto: Divulgação

São Paulo - A temporada começou com a participação na Copa do Mundo por Aparelhos em Melbourne (AUS), no final de fevereiro. A competição serviu para testar integrantes da nova geração da ginástica artística. O destaque ficou com Isabel Barbosa, que conquistou duas medalhas de prata, no solo e na trave.
 
Em março, a ginástica masculina marcou presença no DTB Pokal Team Challenge, em Stuttgart (ALE). E a equipe brasileira conquistou um ótimo resultado, terminando na segunda colocação na classificação, atrás apenas da Rússia, somando 165,929 pontos.
 
O time brasileiro foi formado por Arthur Zanetti (1º nas argolas, 2º no salto e 3º no solo), Luís Porto (4º no solo e 11º no salto), Francisco Barreto (1º na barra fixa, 4º no cavalo com alças, 11º nas argolas e 9º nas paralelas) e Péricles Silva (8º no cavalo com alças, 4º nas paralelas e 5º na barra fixa). Lucas Bittencourt completou a equipe, tendo disputado a qualificação.
 
Em abril, o Brasil levou suas equipes adulta e juvenil para o tradicional Trofeo Cittá di Jesolo de Ginástica Artística Feminina, em Jesolo (ITA). E o saldo foram duas medalhas de prata no time adulto. Uma por equipe (Carolyne Pedro, Flavia Saraiva, Jade Barbosa e Luiza Domingues) e outra no solo, com Flavinha.
 
O mês de maio teve como ponto alto a participação nos Jogos Sul-Americanos, realizados em Cochabamba (BOL). O Brasil terminou como campeão geral da competição, ao ter conquistado 21 medalhas, sendo dez de ouro, sete de prata e quatro de bronze. Tanto as seleções feminina e masculina foram campeãs por equipe. Levaram ouro também Arthur Zanetti (argolas e salto), Caio Souza (barra fixa), Flavia Saraiva (trave e assimétricas), Luiza Domingues (salto), Francisco Barreto (cavalo com alças), Thaís Fidelis (solo).
 
Em junho, Gustavo Polato, um dos destaques da nova geração da ginástica artística masculina, encerrou com medalha sua participação na Copa do Mundo de Koper, na Eslovênia, ao levar o bronze na barra fixa. Também em junho, os ginastas da Seleção Brasileira Juvenil Feminina e Masculina alcançaram o objetivo de se classificar para a Olimpíada da Juventude de Buenos Aires, durante o Pan-Americano da modalidade, também realizado na capital argentina. Além da classificação, o Brasil ainda conquistou 7 medalhas neste torneio.
 
O mês de setembro reservou a disputa do Pan-Americano de Ginástica Artística, em Lima (PER), evento que também era classificatório para os Jogos Pan-Americanos que serão disputados na capital peruana, no próximo ano. Na ginástica masculina, destaque para as medalhas de ouro conquistadas por Caio Souza na barra fixa e no salto, além da prata de Francisco Barreto na barra fixa.
 
No feminino, Flavia Saraiva foi o principal nome da equipe, conquistando duas pratas (solo e trave) e um bronze (individual geral). Por equipes, o time feminino ficou na segunda posição, enquanto o masculino terminou em terceiro lugar.
 
Em outubro, novos pódios para a ginástica artística. Os Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires (ARG) apresentaram ao mundo o talento do jovem Diogo Soares, de 16 anos, que conquistou bronze no individual geral e prata na barra fixa.
 
O ponto alto, contudo, foi a participação no Campeonato Mundial de Doha (QAT). Com um desempenho considerado histórico, as equipes feminina e masculina alcançaram todos os objetivos traçados.
 
Além da medalha de prata obtida por Arthur Zanetti nas argolas, a ginástica brasileira conseguiu aumentar sua presença em finais em Doha, com sete participações. Pela primeira vez em Mundiais, as seleções feminina e masculina chegaram a uma final por equipes no mesmo evento. Por fim, as duas equipes brasileiras também alcançaram a meta de terminar a competição entre os 24 primeiros colocados e se qualificaram para disputar o Mundial de Stuttgart (ALE) em 2019 com time completo. Desta forma, poderão brigar pelas nove vagas restantes aos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.
 
Após o Campeonato Mundial, os ginastas Arthur Nory, Flavia Saraiva e Jade Barbosa participaram de eventos internacionais realizados na Suíça. No primeiro deles, o Memorial Artur Gander, o Brasil conquistou medalhas de ouro e prata com Jade Barbosa e Flavia Saraiva respectivamente. O ginasta Arthur Nory finalizou sua participação na 10° posição. Em seguida, os mesmos ginastas participaram do Swiss Cup. Neste evento, a ginasta Jade Barbosa subiu ao pódio na 3ª colocação, resultado inédito para o Brasil.
 
Por fim, em novembro, a ginástica feminina teve um desempenho brilhante na Copa do Mundo de aparelhos em Cottbus (ALE). O evento reúne uma série de oito campeonatos a serem realizados até 2020. Os ginastas que somarem mais de três participações no torneio poderão buscar a classificação para a Olimpíada de Tóquio (JAP).
 
Com direito a duas dobradinhas no último dia de disputas (solo e trave), o Brasil encerrou sua participação com seis medalhas. Rebeca Andrade foi o principal destaque, com duas de ouro (salto e trave) e uma prata (assimétricas). Flavia Saraiva levou ouro no solo e prata na trave. Jade Barbosa conquistou uma medalha de prata no solo.
 
 
 
 

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