

Um dos principais nomes do tênis de mesa brasileiro e mundial.
Veja o lançamento das marcas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e ouça os atletas e organizadores.
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Top 3 - Quadro de Medalhas
1 - Estados Unidos
322 249 197
2 - União Soviética
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64 55 74
3 - Grã-Bretanha
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53 79 62
A modalidade
Corrida, saltos, lançamentos e arremessos. Um dos esportes mais tradicionais dos Jogos Olímpicos, o atletismo é disputado desde Atenas 1896, primeira edição da era moderna. É, hoje, o que distribui o maior número de medalhas: 141, sendo 47 de ouro.
- As mulheres foram banidas das corridas de mais de 200m em Jogos Olímpicos entre 1928 e 1960
- Na primeira corrida de revezamento (4x400m masculino), em 1908, os atletas tocavam as mãos ao invés de passar um bastão
- Por variadas razões, alguns esportes foram banidos do programa Olímpico. É o caso do salto em distância parado, salto em altura parado, lançamento de dardo estilo livre e o lançamento de dardo com as duas mãos
- Guinn Smith, dos Estados Unidos, foi o último campeão olímpico do salto com vara a usar uma vara de bambu. O material foi substituído pelo alumínio em 1950 e posteriormente pela fibra
Razões para assistir
1. Linhagem antiga – A corrida é a mais antiga encarnação do esporte tradicional, datado desde 776 a.C.
2. Pacote variado – Que outro esporte pode oferecer aos espectadores tantas emoções diferentes, proezas de resistência e disputas táticas que podem durar desde 10 segundos até mais de duas horas ? Não tem nenhum momento parado no atletismo!
3. Grandes estrelas fazendo história – Você pode querer dizer para seu neto que viu o homem mais rápido do mundo, Usain Bolt, se tornar tricampeção olímpico. Algumas das melhores histórias da Rio 2016 acontecerão nas pistas do Estádio Olímpico (Engenhão).

Rio de Janeiro - Com a proximidade dos Jogos Olímpicos, algumas pessoas que se candidataram para trabalhar como voluntários em agosto começam a repensar a possibilidade. Isso porque o alto preço para se hospedar no Rio em hotéis, hostels ou pousadas, têm assustado quem terá que vir de fora.

Rio de Janeiro - Um dos mais belos destinos turísticos e ecológicos do Brasil, o arquipélago de Fernando de Noronha (PE) foi palco do revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 neste domingo (5). A chama Olímpica partiu de Natal (RN) e chegou à ilha de avião, recebida na Praia do Sueste por biólogos do Projeto Tamar.

Rio de Janeiro - O norte-americano Justin Gatlin trabalha para brilhar no que pode ser o "grand finale" de sua carreira Olímpica: os Jogos Rio 2016. O mundo se acostumou a vê-lo nos últimos anos como o maior rival do jamaicano Usain Bolt, mas o campeão dos 100m dos Jogos Atenas 2004, de maneira educada e firme, recusa a comparação e fala em causar impacto por conta própria “em uma das melhores corridas da história”.

Rio de Janeiro - Eles competem nos Jogos Rio 2016 com uma missão: transmitir ao mundo uma mensagem de esperança e paz. Dez atletas refugiados, cujos nomes foram revelados nesta sexta-feira (3) pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), entram no estádio do Maracanã, no dia 5 de agosto, sob a bandeira Olímpica.
A delegação é composta por cinco corredores do Sudão do Sul, dois nadadores da Síria, dois judocas da República Democrática do Congo e um maratonista da Etiópia Thomas Bach, presidente do COI, diz que a inclusão atrai a atenção do mundo para a magnitude da crise dos refugiados e envia uma mensagem. “É um sinal à comunidade internacional de que os refugiados são seres humanos como nós e fazem parte de uma sociedade enriquecedora”, afirmou. “Esses atletas refugiados mostram ao mundo que, apesar das inimagináveis tragédias enfrentadas, podem contribuir com a sociedade através de seus talentos, habilidades e a força do espírito humano”.
Os judocas Popole Misenga e Yolande Bukasa Mabika são da República Democrática do Congo e moram no Brasil. Os dez atletas, incluindo dois judocas congoleses que vivem no Brasil, se hospedarão na Vila Olímpica, onde receberão as boas-vindas oficias como qualquer outra delegação. O COI providenciará total suporte para quaisquer necessidades logísticas, técnicas e de treinamento.
A fundista recordista queniana Tegla Loroupe será chefe de missão do time, enquanto a brasileira Isabel Mazão será vice-chefe, indicada pela Acnur. Elas vão liderar uma equipe de cinco treinadores e cinco oficiais. Numa entrevista coletiva na sede do COI, em Lausane, Suíça, Bach explicou que os atletas foram selecionados com base em dois critérios: reconhecimento do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e credenciais esportivas.
Ele deu o exemplo dos cinco corredores do Sudão do Sul que estão no campo de refugiados Kakuma, no Quênia, e foram escolhidos numa competição organizada pelo Comitê Olímpico do Quênia. Bach afirmou que o objetivo final era ter os atletas completamente integrados em suas nações anfitriãs. Ele disse que o COI espera que um time de refugiados não seja necessário no futuro, mas deixou aberta a possibilidade de continuar nos próximos Jogos. “Somos muito agradecidos às nações anfitriãs porque são elas que ajudaram os atletas, providenciaram instalações e deixaram com que eles treinassem com seus próprios times”, falou Bach. “Queremos agradecer à Alemanha, Bélgica, Brasil, Quênia e Luxemburgo por sua grande contribuição.”
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Rio de Janeiro - O rugby está de volta aos Jogos Olímpicos. Não no formato jogado na Copa do Mundo, com 15 jogadores de cada lado. O Rio 2016 terá a disputa do rugby de 7, versão conhecida pela empolgante jogabilidade, a atmosfera alegre nas arquibancadas e a possibilidade de seleções menos tradicionais surpreenderem as superpotências. Caso este da Nova Zelândia, a mais conhecida seleção do rugby e que pode vir ao Rio de Janeiro com um reforço importante.

Rio de Janeiro - Neste domingo (5), mais um lugar paradisíaco do Brasil será cenário para o Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016. Fernando de Noronha (PE) recebe a chama nas belas praias do balneário. Desde 2001, por causa de suas belezas naturais, o arquipélago ostenta o título de Sítio do Patrimônio Mundial Natural.
Logo na chegada, o comboio visita duas das maiores referências de Noronha. A primeira parada é na Praia do Sueste, onde o revezamento conhece o trabalho do Projeto Tamar, que luta pela preservação de tartarugas marinhas no arquipélago desde 1984. Quem abre o revezamento é o condutor Gilvânio da Silva, nascido e criado em Noronha, que trabalha com fiscalização ambiental.
Uma ação do Tamar está programada: a ideia é mostrar uma tartaruga juvenil monitorada pelo projeto..Noronha é área de alimentação, crescimento e repouso da tartaruga-verde e da tartaruga-pente (foto: Prjeto Tamar) “Na primeira década do projeto, havia uma média de 50 ninhos (de tartarugas) desovados nas areias de Noronha por temporada de desova. Hoje, esse número passou para 150”, explica Lourival Dutra Neto, gestor do centro de visitante do Projeto Tamar. "Já identificamos tartarugas que estão aqui há 13 anos".
O segundo ponto é o passeio de lancha para conferir de perto os golfinhos que vivem na região. A condução fica por conta da bióloga e especialista em fotografia subaquática Zaira Matheus, que vive em Noronha desde 1999. O revezamento percorre a Praia da Cacimba para entrar em uma canoa havaiana até a Praia do Sancho, que foi eleita mais de dez vezes a mais bonita do mundo. No trajeto, a chama passa pelas Pedras do Pico e do Pião.
A tocha Olímpica atinge o mirante da Praia do Sancho, no alto da falésia, de onde se avista o Morro dos Irmãos, uma das imagens clássicas de Noronha. É um dos lugares mais fotogênicos da ilha. De lá, segue para a Praia da Conceição. É a hora de o comboio sair da orla para conhecer a Vila dos Remédios. Os condutores se alternam por ela, passando pela Igreja da Vila dos Remédios, seguindo para o Forte de Nossa Senhora dos Remédios e, depois, a Praça São Miguel. A condução da chama segue até a parte mais alta da ilha e termina na capelinha São Pedro dos Pescadores.
Carol Barcellos, a apresentadora dos programas 'Planeta Extremo' e 'Balada Olímpica', da TV Globo, chegou antes ao arquipélago para esperar a equipe do revezamento. Apaixonada pelo lugar, ela conduz a tocha na Vila e diz que seu coração mora na ilha.
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Rio de Janeiro - A 62 dias da cerimônia de abertura dos Jogos Rio 2016, a cidade de Natal viveu um dia Olímpico neste sábado (4). A passagem da tocha na cidade, por si só, seria motivo de festa, mas atletas locais do mais alto nível abrilhantaram a ocasião. Oscar Schmidt, Virna Dias e Clodoaldo Silva entraram na rota do revezamento e conduziram adiante a chama Olímpica pela capital potiguar. Recordista de pontos na história do basquetebol, cinco Jogos Olímpicos disputados, título pan-americano, ídolo nacional... Oscar é uma lenda viva do esporte. Só que ainda faltava algo em seu currículo: conduzir a tocha em sua cidade.
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Rio de Janeiro - O ciclista americano Tejay van Garderen engrossou a lista de atletas que desistiram de disputar as Olimpíadas do Rio, em agosto, devido à preocupação com o surto de zika vírus.
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