
Rússia - Na Jamaica, um país que respira velocidade, o caminho natural no esporte é a pista. Se seguisse nessa direção, Alia Atkinson provavelmente teria encontrado a estrada mais livre, sem tantos obstáculos. Ela não quis. Primeiro, por vontade de seus pais. Depois, por escolha própria. A menina que aprendeu a nadar nos primeiros anos de vida parecia predestinada a quebrar barreiras. Dentro das piscinas, foi derrubando uma a uma. A principal delas foi no ano passado, quando tornou-se a primeira mulher negra campeã mundial na natação, no torneio disputado em piscina curta, em Doha. Agora, no Mundial de Kazan, a jovem atleta de 26 anos tenta ignorar novamente o improvável para, quem sabe, repetir o feito histórico na piscina olímpica.
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