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Não deu para a brasileira Adriana Aparecida da Silva, que terminou em 47ª / Foto: Humberto Deveza / EA

Londres - A chuva que caiu durante toda a manhã e até o meio da tarde deste domingo não impediu os londrinos de sairem de casa para acompanhar uma das mais tradicionais provas das Olimpíadas, a maratona. Neste fim de semana foi disputada a feminina e no domingo que vem a corrida dos homens encerra o calendário do atletismo em Londres.

A vitória, com direito a quebra de recorde olímpico, foi da etíope Tiki Gelana. A maratonista cravou 2h23m07s, sete segundos abaixo do antigo recorde. A disputa final foi simplesmente a mais emocionante da história das maratonas olímpicas, já que a segunda colocada, a queniana Priscah Jeptoo, ficou apenas cinco segundos atrás da campeã. A margem é a menor entre as duas primeiras colocadas já vista em uma maratona feminina de Olimpíada.

Big Ben faz parte do percurso da maratona em Londres / Foto: Humberto Deveza / EA

Adriana Aparecida da Silva, campeã sulamericana e única brasileira na disputa da prova, não começou bem. Na largada, manteve-se nos pelotões de trás e chegou a estar em 71º lugar na virada dos cinco primeiros quilômetros. Melhorou nos trechos finais e terminou na 47ª posição, com o tempo de 2h33min15s. 

As britâncias também não mostraram bom desempenho e não conseguiram responder positivamente ao incentivo massivo da torcida nas grades durante todo o percurso. A melhor colocada, Freya Murray, ficou em 44º lugar, quase dez minutos atrás da campeã.

Já a torcida, como ocorreu na marcha atlética masculina no sábado, compareceu em grande número às ruas de Londres. Boa parte dela era de turistas que aproveitavam o percurso emblemático para tirar fotos e conhecer a cidade. A maratona se iniciou na entrada principal do Palácio de Bukingham, a residência oficial da monarquia britânica e passou também pelo Big Ben, a catedral mais famosa do Reino Unido.

 

 

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