SOBRECONTATOANUNCIE
O ESPORTE EM TODAS AS DIREÇÕES
World Athletics Ultimate Championship Budapest 26

Rumo a LA28

Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028

Vôlei e Esportes Coletivos

Esportes Aquáticos, Canoagem e Ciclismo

Canais oficiais

Vídeos em destaque

Clique para assistir
Instagram olímpico

Atleta da semana

Novo perfil a cada semana
Tênis de mesa

Hugo Calderano

Um dos principais nomes do tênis de mesa brasileiro e mundial.

Instagram@hugocalderano

Publicações

Deslize para ver mais

O EA nas redes

O Esporte Alternativo está nas redes sociais. Ajude a gente a crescer por lá também. Siga, compartilhe e ajude o esporte olímpico a chegar mais longe.

Vídeo do EA • Legendado em português

Brisbane 2032 revela seus emblemas

Veja o lançamento das marcas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e ouça os atletas e organizadores.

Leia a matéria completa →

Usain Bolt: há três Olimpíadas no auge / Foto: Divulgação / Nissan

Rio de Janeiro – Até o homem mais rápido do mundo e bicampeão mundial e olímpico dos 100m e dos 200m rasos teme o fracasso. Questionado pelo repórter do Globoesporte.com, Luciano Ribeiro, sobre o que mais lhe amedronta, Usain Bolt confessou sua fraqueza. “Na vida? Só o fracasso realmente”, afirmou.
 
A possibilidade de uma derrota no fim da carreira, como aconteceu na última quarta-feira com César Cielo, que deixou para trás sua chance de disputar as Olimpíadas do Rio ao fazer apenas o terceiro melhor tempo dos 50m livre (o Brasil só pode levar dois atletas por prova), deixa Bolt com medo. Mas ele não liga para os outros fatos que vêm tomando conta do noticiário acerca das Olimpíadas, como o surto de zika vírus.
 
Bolt e Cielo têm em comum, além da alcunha de mais rápidos do mundo – um na pista e o outro na piscina -, terem conquistado seu primeiro ouro olímpico juntos, nos Jogos de Pequim, em 2008. Diferente do brasileiro, porém, o jamaicano conseguiu se manter no topo nos últimos oito anos e tentará, na Rio 2016, o inédito tricampeonato olímpico.
 
“É duro. O esporte não perdoa. Algumas vezes você consegue, em outras, não. Já passei por momentos difíceis. Uma das coisas boas do ano passado é que eu não tive de ir para as seletivas nacionais. Talvez, se tivesse ido, poderia ter tido algum tipo de problema”, pontua Bolt.
 
“Algumas vezes você vai ter sorte, em outras a sorte não vai estar do seu lado. Como eu disse, esporte não perdoa. É uma daquelas coisas que são tristes, mas o que você pode fazer? Você tem que lidar com isso. Tomara que ele consiga entender isso para continuar tentando recuperar confiança e trabalhar para seu próximo desafio”, aconselha o velocista.
 
Pela sua busca pela perfeição, Bolt planeja parar em 2017, no Mundial de Londres. Quer, obviamente, ser lembrado como aquele que nunca fraquejou e que venceu a tudo e a todos.
 
“Eu tenho respondido a essa pergunta todo dia. Eu me pergunto se deveria continuar. Se eu perdesse por causa de uma lesão, provavelmente continuaria. Mas se estiver no meu melhor e for vencido, não faria sentido continuar por mais quatro anos, o que significaria ir caindo a cada ano. Mas eu não vou perder”, finaliza Bolt.
 
Veja Também: 

 

 
 

 
 
Acompanhe o Esporte Alternativo no Google
Escolha o Esporte Alternativo como uma das suas fontes preferidas e encontre mais notícias nossas no Google.

Veja mais

Eventos esportivos / Entidades Mundiais

Esporte Alternativo © 2010– - Todos os direitos reservados