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Rio de Janeiro - A maior esperança de medalha do Brasil na segunda noite de finais da natação na Rio 2016 residia em Felipe França. Dez vezes medalhista em mundiais, o nadador havia se preparado para fazer seu melhor, em casa, com a torcida a favor.
A chance acabou sendo desperdiçada ao terminar a final dos 100m peito em apenas sétimo lugar. "A minha prova eu passei um pouco fraco, é bem difícil de buscar. Eu treinei pra voltar e voltei bem mas não foi suficiente pra buscar uma medalha. Eu dei tudo de mim. Mas parece que não foi suficiente", afirmou, após a prova.
João Gomes, que não era o favorito do Brail na prova, surpreendeu e acabou em quinto. "É muito gratificante. Saio com a sensação de dever cumprido. Em nenhum momento eu deixei de pensar nessa medalha. Saí com as facas nos dentes mas é isso. Saio muito agradecido", declarou o nadador à imprensa, após a prova.
"Pra mim uma Olimpíada com um quinto tempo tem que enaltecer. Então agora é curtir, aproveitar esse resultado, descansar", enumera João.
Adam Peaty, favoritíssimo para o ouro nos 100m peito, levou o Estádio Aquático abaixo novamente, como havia feito no dia anterior: quebrou mais uma vez seu próprio recorde mundial, baixando a marca de 57s55 para 57s13.
Cameron van der Burgh, da África do Sul, e Cody Miller, dos Estados Unidos, completaram o pódio com prata e bronze, respectivamente.
A outra esperança de medalha do Brasil no dia, o revezamento 4x100m livre, acabou em quinto lugar, com o tempo de 3m13s21. Estados Unidos, França e Austrália foram ao pódio, deixando a Rússia apenas na quarta colocação.
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Rio de Janeiro – O segundo dia de finais da natação começou com tudo no Estádio Aquático do Parque Olímpico, com uma quebra de recorde mundial da sueca Sarah Sjostrom. Ela já detinha a melhor marca do mundo nos 100m borboleta, mas baixou ainda mais na Rio 2016: 55s48. Mas o melhor ainda estava por vir.

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