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Surfe, skate, escalada, beisebol e softbol e karatê estarão em Tóquio 2020 / Foto: Washington Alves/Exemplus/COB

Rio de Janeiro - Em assembleia realizada nesta quarta-feira, dia 3, no Rio de Janeiro, o Comitê Olímpico Internacional - COI admitiu por unanimidade a entrada de cinco novos esportes no programa de competições dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020: surfe, skate, escalada, beisebol e softbol e karatê foram aceitos como esportes olímpicos.
 
Os esportes já tinham obtido o aval do Comitê Executivo da entidade, mas precisavam ainda da aprovação dos membros da assembleia do COI, entre eles Bernard Rajzman, Chefe da Missão Brasileira no Rio 2016. O surfista Gabriel Medina, campeão mundial em 2014, fez campanha pela entrada do surfe no programa olímpico.
 
"Queremos levar o esporte para a juventude. Com as muitas opções que os jovens têm, não podemos esperar que venham a nós. Temos que ir até eles. Isso faz parte das recomendações da Agenda Olímpico 2020. Os cinco esportes são uma combinação inovadora de eventos estabelecidos e emergentes, voltados para a juventude e que são populares no Japão, o que adicionará legado aos Jogos de Tóquio ", afirmou o presidente do COI, Thomas Bach.
 
O Comitê Olímpico do Brasil saudou a entrada dos novos esportes. “Temos certeza de que esses esportes contribuirão para o rejuvenescimento do Movimento Olímpico no Brasil e no mundo, levando os valores olímpicos para uma legião maior de jovens”, afirmou Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB.
 
Depois dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o COB analisará o novo cenário e se reunirá com as Confederações / Associações dessas modalidades que estarão no Programa Olímpico de Tóquio 2020. Nesses encontros, o COB explicará os procedimentos para a distribuição dos recursos da Lei Agnelo/Piva e pedirá às Confederações seus projetos para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020. O COB tem o compromisso de manter o esporte olímpico brasileiro no patamar atual de preparação e conquistas.
 
Ao fim de 2016, como faz todos os anos, o COB anunciará a distribuição dos recursos da Lei Agnelo/Piva em 2017 para todas as Confederações Brasileiras Olímpicas, já com vistas ao planejamento para Tóquio 2020.
 
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