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Martine Grael e Kahena Kunze / Foto: Divulgação

Rio de Janeiro - Nas últimas décadas, o Brasil chegou ao topo em vários esportes e campeonatos, principalmente em esportes coletivos – como o handebol, vôlei, sem falar no futebol. Mas também atletas de modalidades individuais passaram a se destacar – e agora não apenas em um torneio, mas de toda uma temporada. 
 
Assim, o Brasil fecha o ano com cinco “melhores do mundo” apontados por suas respectivas Federações Internacionais: Ana Marcela Cunha e Allan do Carmo, das maratonas aquáticas, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er. da vela e Fabiana Murer, do salto com vara.
 
Mas o país ainda tem chance de contar em 2014 com dois outros “melhores entre os melhores” (votações ainda não encerradas): Ana Sátila Vargas – também “das águas” - concorre a melhor canoísta júnior de slalom do mundo e Marcus Vinícius d’ Almeida, de apenas 16 anos, é candidato a melhor arqueiro do planeta, já na categoria adulta.
 
Os seis fazem parte do programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte na categoria mais alta: a Bolsa Pódio – criada para complementar os treinamentos daqueles que têm chance de medalha olímpica nos Jogos do Rio 2016.
 
Mas também recebem apoio, de forma indireta, de vários programas do governo federal, por meio de convênios com suas confederações, com equipamentos, equipes multidisciplinares, treinamentos, viagens e também recursos das loterias com a Lei Agnelo/Piva e empresas que se valem de renúncias fiscais com a Lei de Incentivo ao Esporte.
 
Com esse apoio nos últimos anos, visando aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, mas também a montar uma Rede Nacional de Treinamento bem estruturada no país como legado, vários esportes antes desconhecidos do grande público já estão mostrando resultados, em maior número e em excelência.

 
 
 
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