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Brasil pode ficar em primeiro no quadro geral de medalhas pela primeira vez na história / Foto: Divulgação

Rio de Janeiro - Pela primeira vez na história dos Jogos Mundiais Escolares – Gymnasiade 2013, o Brasil tem chance de conquistar o título de campeão no quadro geral de medalhas. A liderança no momento pertence à  Rússia, com 11 ouros, seis pratas e quatro bronzes, num total de 21 medalhas. O Brasil conquistou 10 ouros, 13 pratas e oito bronzes, ou seja, dez medalhas a mais do que a delegação russa, mas fica em segundo porque tem um ouro a menos. O primeiro lugar vai depender dos resultados das competições de hoje (2.12) e amanhã (3.12), dia do encerramento da Gymnasiade.

Os atletas aproveitaram o domingo (1.12), batizado de Dia Cultural, para conhecer um pouco de Brasília. O passeio à Torre Digital, à Ponte JK e ao Congresso Nacional encantou os visitantes. “A Torre Digital é muito bonita. Deu para observar que a cidade é muito organizada, além do povo ser lindo e amigo. Gostaria muito de retornar ao Brasil e trazer a minha família e a namorada para apresentar Brasília. Também gostaria de conhecer outras belas cidades, como Rio de Janeiro e Natal, que apreciamos apenas por fotos”, afirmou Shiva Rohid, carateca de 17 anos do Suriname.
 
ara a turma da Finlândia, a impressão não foi diferente. “Nosso grupo ficou bastante encantado com tudo, mas o que mais chamou a atenção foi o Congresso Nacional, devido à imponência. A temperatura na cidade é maravilhosa, e as pessoas são mais abertas do que no nosso país. Pena que a maioria fala apenas o português, pois a minha vontade era interagir com todos”, destacou a nadadora finlandesa Eloranta Emília.
 
“Parece que estamos em um novo mundo, tudo é diferente. Adorei a ponte JK, muito bonita. Além disso, as plantas são mais verdes que na Turquia. O formato do rosto e a pele das pessoas são fascinantes. Acho que a única coisa a que não nos adaptamos tão bem foi a comida, totalmente diferente da nossa. Gostaria muito de voltar ao Brasil em outra ocasião, estou superfeliz e surpreso com toda a descoberta”, ressaltou Ahmet Coskun, de 17 anos, da equipe de atletismo da Turquia.
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