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Diego Hypolito / Foto: Divulgação / CBG

Rio de Janeiro – “Já caí de bunda, já caí de cara e agora quero conseguir ficar de pé”. A frase é de Diego Hypolito, ginasta brasileiro campeão em quedas. O atleta, que foi disputou as duas últimas Olimpíadas, no solo, com altas expectativas, acabou acumulando frustrações em ambas as oportunidades. Agora, foca em não cair.
 
“Acho que é possível. Mas isso só será possível com treinos, com um controle diário da ansiedade e também não me lesionando", emendou o ginasta veterano de 29 anos, que tem treinado constantemente e conseguido bons resultados nos últimos meses.
 
Mesmo não tendo sido oficialmente pinçado para os Jogos Olímpicos ainda, o início de temporada do ginasta já comprova a necessidade de ele ser convocado: Diego foi ouro nas etapas de Doha (Qatar) e Cottbus (Alemanha) da Copa do Mundo de ginástico. Além disso, as lesões que sempre o acompanham não estão mais por perto.
 
"Minha confiança se ergueu muito com estes dois títulos. Nos anos das Olimpíadas de Pequim e Londres eu cheguei sem ter ganhado nada e ainda assim tinha chance de medalha. Meu foco principal é chegar inteiro", afirmou o atleta.
 
A medalha olímpica, sonho antigo, é uma das poucas conquistas que lhe faltam no museu particular. Mesmo assim, ele mantém o pé no chão e não faz disso uma obsessão nem promete nada.
 
"Quero dizer às pessoas que não é certo que vou ser medalhista olímpico. Claro que tenho grandes chances se acertar tudo que venho fazendo, mas é apenas 1min10s que decidem 12 anos. Claro que me lembro das duas últimas Olimpíadas, mas procuro pensar de maneira positiva. Se eu não for medalhista olímpico, não foi por falta de apoio ou ter uma equipe trabalhando para mim", finalizou o ginasta, em entrevista ao UOL.
 
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