SOBRECONTATOANUNCIE
O ESPORTE EM TODAS AS DIREÇÕES
World Athletics Ultimate Championship Budapest 26

Rumo a LA28

Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028

Vôlei e Esportes Coletivos

Esportes Aquáticos, Canoagem e Ciclismo

Canais oficiais

Vídeos em destaque

Clique para assistir
Instagram olímpico

Atleta da semana

Novo perfil a cada semana
Tênis de mesa

Hugo Calderano

Um dos principais nomes do tênis de mesa brasileiro e mundial.

Instagram@hugocalderano

Publicações

Deslize para ver mais

O EA nas redes

O Esporte Alternativo está nas redes sociais. Ajude a gente a crescer por lá também. Siga, compartilhe e ajude o esporte olímpico a chegar mais longe.

Vídeo do EA • Legendado em português

Brisbane 2032 revela seus emblemas

Veja o lançamento das marcas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e ouça os atletas e organizadores.

Leia a matéria completa →

Suzy teve a vida como prostituta descoberta em 2012 / Foto: David Becker / WireImage

Rio de Janeiro - Suzy Hamilton é um nome conhecido nos Estados Unidos. A ex-atleta, tetracampeã nacional de atletismo, participou de três edições dos Jogos Olímpicos: 1992, 1996 e 2000, nas provas de 800m e 1.500m - nesta última, em Sydney, chegou a ser finalista. Mesmo com a carreira exemplar, a americana acabou conhecida pela vida pessoal conturbada. 

Depois de ter disputado três Olimpíadas, Suzy acabou se tornando prostituta em um dos maiores centros de entretenimento adulto do mundo, Las Vegas. Sua sexualidade exacerbada acabou a levando para a vida dupla e o suicídio se tornou uma opção possível quando sua outra face foi revelada pela imprensa. 

Essa e outras histórias estarão contadas no livro que a atleta norte-americana lança. As histórias têm como pano de fundo sua frágil situação psicológica. Diagnosticada com transtorno bipolar e com quadro de depressão, Suzy precisou iniciar um tratamento depois dos Jogos, o que levou, segundo ela, à vida de prostituição. As altas doses de medicamentos teriam elevado seus desejos sexuais incontrolavelmente. 

Daí à prostituição foi um passo. Suzy, com o codinome Kelly Lundy, cobrava US$ 600 por hora. Em 2012, porém, isso veio à tona, através de um tablóide americano. Foi o estopim. "Eu me senti atraída pela prostituição porque me dava mecanismos de sobrevivência quando eu vivia momentos muito difíceis", afirmou a ex-atleta olímpica, que hoje afirma ter considerado diversas vezes se suicidar à época do escândalo.

O livro Fast Girl, ainda sem tradução no Brasil, será lançado dia 14 nos EUA. A vida de Kelly hoje, com o tratamento, segue mais tranquila. "Compartilhando sua história, Suzy está determinada a levantar a questão, conscientizar e inspirar quem tenha desafios pela frente", relata a biografia.

 
Veja Também: 

 

 
 

 
Acompanhe o Esporte Alternativo no Google
Escolha o Esporte Alternativo como uma das suas fontes preferidas e encontre mais notícias nossas no Google.

Veja mais

Eventos esportivos / Entidades Mundiais

Esporte Alternativo © 2010– - Todos os direitos reservados