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Potência na ginástica artística, EUA sofrem na de trampolim / Foto: Al Bello / Getty Images

Rio de Janeiro – Os Estados Unidos são a referência de qualquer nação que queira alcançar o topo quando o assunto é esporte olímpico. Líder absoluto no ranking geral de medalhas dos Jogos Olímpicos, o tio Sam guarda um histórico de vitórias que não se aproxima de nenhuma outra nação do mundo.
 
Ao todo, são 2.411 medalhas desde os primeiros Jogos modernos, em Atenas 1896, e incluindo aí o boicote às Olimpíadas de Moscou, em 1980. A vantagem para o segundo colocado é colossal: a União Soviética, extinta, tem 984 pódios, enquanto a Grã-Bretanha, terceira, contabiliza 799.
 
É tão distante a realidade dos EUA para os outros países que eles já seriam líderes no somatório geral se as medalhas fossem contadas apenas no atletismo e na natação. Mas, se nessas modalidades há predomínio, em outras cinco o país ainda não conseguiu nenhuma medalha. Isso mesmo, nenhuma.
 
No badminton, ginástica rítmica, ginástica de trampolim, handebol e tênis de mesa, os EUA ainda não subiram ao pódio. No handebol o caso é ainda pior. O esporte no qual o Brasil é atual campeão mundial viu a seleção americana entrar na quadra olímpica pela última vez em Atlanta 1996. Desde então não conseguiu classificação.
 
Na Rio 2016, a maior chance dos americanos talvez esteja na ginástica de trampolim. Já nos Jogos de Londres, em 2012, uma atleta dos EUA terminou em sexto lugar no individual geral feminino, aumentando as esperanças de diminuir o número de esportes sem medalhas.
 
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