
Rio de Janeiro - A equipe brasileira mostrou que continua entre as potências mais expressivas nos Jogos Mundiais Militares. Depois de conquistar o título geral do torneio na edição de 2011, no Rio de Janeiro, a delegação nacional, com 282 atletas, fechou a participação de 2015, na Coreia do Sul, com a segunda posição.
Foram 84 medalhas: 34 ouros, 26 pratas e 24 bronzes. A Rússia, que não esteve representada em 2011, foi a campeã, com 135 pódios. Apesar de conquistar 98 medalhas, a China terminou em terceiro porque somou 32 ouros, dois a menos que o Brasil.
A festa de encerramento em Mungyeong foi marcada por apresentações de dança, demonstração de taekwondo e o desfile das delegações. A bandeira nacional foi carregada por Yane Marques, atleta do pentatlo moderno que conquistou o ouro no Pan de Toronto e acabou em quarto nos Jogos Mundiais Militares. No total, 117 países foram representados, com mais de 7 mil participantes. Daqui a quatro anos, o evento será na cidade de Wuhan, na China.
"O resultado foi um sucesso. De certa forma até superou as expectativas, pois o objetivo estabelecido pelo Ministério da Defesa foi estar entre os cinco primeiros. Obviamente, como existem outras variáveis que influenciam os jogos, algumas modalidades superaram a previsão e outras tiveram desempenho um pouco menor. Vamos agora realizar uma análise dos resultados para corrigir o que for necessário para melhorar o desempenho", afirmou o chefe da delegação do Brasil, brigadeiro Carlos Augusto Amaral.
Segundo ele, a meta é que pelo menos 100 dos atletas militares de destaque, que compõem a parceria com o Ministério do Esporte, estejam na delegação brasileira que defenderá o país nos Jogos Olímpicos do Rio, e que estejam na briga por até dez medalhas. No Pan de Toronto, 123 atletas militares estiveram na competição e foram responsáveis por 48% das medalhas conquistadas pelo Brasil.