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Team AkzoNobel abre pequena vantagem na liderança / Foto: James Blake/Volvo Ocean Race

Nova Zelândia - O team AkzoNobel assumiu provisoriamente a liderança da sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. Nesta quarta-feira, dia 21, a equipe da brasileira Martine Grael conseguiu ultrapassar o Vestas 11th Hour Racing na descida para os mares do sul.
 
A regata está em seu quarto dia e tem ao todo 7.600 milhas náuticas de Auckland, Nova Zelândia, para Itajaí (SC), no Brasil. Já foram percorridas quase 2 mil milhas náuticas desde a largada, no último sábado, dia 17.
 
O vento de nordeste de 20 a 30 nós garante condições de navegação rápidas e velocidades similares os Volvo 65s. A rota mais curta e, portanto, tecnicamente mais rápida, irá beirar a zona de exclusão de gelo, marcada pela direção da regata para manter as equipes longe dos icebergs do sul.
 
"Ainda está tudo muito próximo, nós temos o Dongfeng e o MAPFRE aproximando muito rapidamente, e podemos ver a luz de Brunel a barlavento", explicou o navegador do Akzonobel, Jules Salter. 
 
O próximo desafio a ser enfrentado pelas equipes serão ventos de 40 nós. "Definitivamente há mais vento lá na frente", acrescentou Jules Salter. "Nós também teremos que começar a fazer algumas manobras de bordo e vai ser bastante complicado com aqueles ventos e enormes ondas. O mais difícil ainda está por vir". 
 
A tempestade iminente também está na mente de Charles Caudrelier, skipper do Dongfeng Race Team. "Haverá cinco dias difíceis para chegar ao Cabo Horn. Cinco longos dias nessas condições, quando estamos perto do limite de gelo, na zona mais fria, com muitas manobras. Realmente vai ser muito duro. Nós vamos ter que cuidar do barco e dos tripulantes, porque o mar estará muito grande''.
 
Os barcos devem contornar o Cabo Horn entre 28 e 30 de março. O primeiro que conseguir esse feito leva pontuação extra. A regata também vale pontos em dobro.
 
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