Catar - A seleção masculina sub-17 está em Doha, no Catar, para a disputa da segunda edição do Campeonato Mundial da categoria, que começa nesta quarta-feira, 19 de agosto. Sob o comando do técnico Marcelo Zeni, a equipe brasileira busca conquistar o título inédito e está no grupo C, ao lado de Argentina, Polônia e México, adversário da estreia na quinta-feira, 20 de agosto, às 8h (de Brasília). A partida será transmitida ao vivo pelo canal do Youtube da Volleyball World.
A nova geração do voleibol nacional chega para a competição após quatro meses de preparação, que incluiu blocos de treinamentos no Centro de Desenvolvimento do Voleibol Saquarema Enel Brasil, participação em competições como a Copa Sada e períodos de intercâmbio no exterior. Durante esses intercâmbios, a equipe realizou amistosos contra a França no Centro de Treinamento da CBV em La Moselle, na França.
Marcelo Zeni avaliou a preparação da equipe: "Nossa preparação seguiu todo o planejamento. Conseguimos fazer bons jogos durante a preparação. Jogamos a Copa Sada em duas categorias: sub-21 e sub-19. Definimos o time e ganhamos experiência internacional jogando contra a França em Metz e na Espanha, já no Catar. Agora viramos a atenção para a estreia contra o México. Nossa chave é forte, o que é bom. Já nos coloca no clima da competição e nos prepara para possíveis confrontos de playoffs."
O Mundial sub-17 masculino contará com a participação de 20 seleções, divididas em cinco grupos com quatro integrantes cada. Na primeira fase, as equipes jogarão entre si dentro dos grupos e serão ranqueadas conforme suas campanhas. Os times classificados do primeiro ao décimo sexto lugar avançarão para as oitavas de final, seguindo em etapas eliminatórias até a decisão, marcada para o dia 29 de agosto.
O Brasil disputará a competição com os seguintes jogadores: o oposto Arthur Lima; os levantadores Lukas Fernando e Pedro Berlitz; os ponteiros Enzo Salgueiro, Kauan Francisco, Lorenzo José, Luan Rodrigo, Lucca Ferreira e Rafael Ferraz; os centrais Lucas Dultra, Lucas Abreu e João Vitor; e os líberos João Palhares e Davi Dezzotti.






