
Seguindo a mesma linha, quem se mostrou mais uma vez preocupado com a situação foi o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach. Durante o encontro da entidade em Kuala Lumpur, na Malásia, o mandatário disse que limpar as águas da Baía é o maior desafio da organização para os Jogos.
Bach foi perguntado sobre os problemas que carecem de resolução para as Olimpíadas. "O primeiro de todos é limpar a Baía", pontuou, afirmando que os organizadores do evento apresentaram propostas de ações ao COI, sendo algumas medidas já tomadas.
Outras soluções deverão ser postas em prática apenas quando estivermos mais próximos dos Jogos. "Vão acontecer logo antes dos Jogos, para garantir a segurança e saúde dos atletas", concluiu.
No começo do ano, o COI se mostrava satisfeito com o andamento das obras de despoluição, mesmo com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, tendo garantido ser impossível cumprir a meta estabelecida previamente, de despoluir 85% da Baía. Nos últimos meses, porém, a entidade olímpica voltou a externar suas críticas.
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