SOBRECONTATOANUNCIE
O ESPORTE EM TODAS AS DIREÇÕES
World Athletics Ultimate Championship Budapest 26

Rumo a LA28

Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028

Vôlei e Esportes Coletivos

Esportes Aquáticos, Canoagem e Ciclismo

Canais oficiais

Vídeos em destaque

Clique para assistir
Instagram olímpico

Atleta da semana

Novo perfil a cada semana
Tênis de mesa

Hugo Calderano

Um dos principais nomes do tênis de mesa brasileiro e mundial.

Instagram@hugocalderano

Publicações

Deslize para ver mais

O EA nas redes

O Esporte Alternativo está nas redes sociais. Ajude a gente a crescer por lá também. Siga, compartilhe e ajude o esporte olímpico a chegar mais longe.

Vídeo do EA • Legendado em português

Brisbane 2032 revela seus emblemas

Veja o lançamento das marcas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e ouça os atletas e organizadores.

Leia a matéria completa →

Suspeitas de terrorismo já levaram 11 brasileiros à cadeia / Foto: Mario Tama / Getty Images

Rio de Janeiro - A mãe de Alisson de Oliveira, um dos presos acusado pelo governo de tramar atos terroristas para os Jogos Olímpicos Rio 2016, teve uma mudança brusca na sua vida. 

Lucineia de Oliveira, moradora de uma casa humilde em Saquarema, no Rio, afirmou, em entrevista ao portal UOL, que está com medo de sair na rua. 

"Está difícil, gente apontando a gente, passa um e fala besteira, que sou mãe do homem bomba. Estou com medo de sair na rua. Ontem fui até o mercado, mas a perna tremia. Graças a Deus, ninguém falou nada, mas a cabeça da gente fica", disse. 
 
Ela tem evitado trabalhar desde que seu filho e outras dez pessoas foram presas, na semana passada. "Eu tenho medo de ser apedrejada na rua, pelo que ouvi falando, se ele vier para Saquarema, vão matar ele. Pessoal dizia que ele ia explodir a Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica). Gente, nunca ouvi falar. Alisson tem boca, mas não fala. Em nossa casa, nunca falou nada (disso)", conta. 
 
Alisson foi levado preso pela Polícia Federal para uma penitenciária de segurança máxima em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Desde então a mãe não teve mais contato com o filho, pois não tem condição de viajar até o presídio. 
 
"Alisson não é de chorar nunca, ele é duro na queda, mas ele é carinhoso comigo. Falou: 'mãe, te amo. Te amo muito'. E nisso a polícia levou", lembra Lucineia, que aguarda o prazo de 60 dias dado pela Polícia Federal para voltar a ter contato com seu filho.
 

Veja Também: 

 

 
 
 
 
 
Acompanhe o Esporte Alternativo no Google
Escolha o Esporte Alternativo como uma das suas fontes preferidas e encontre mais notícias nossas no Google.

Veja mais

Eventos esportivos / Entidades Mundiais

Esporte Alternativo © 2010– - Todos os direitos reservados