
Exposição virtual reúne moedas comemorativas sobre os Jogos Rio 2016
Rio 2016
Exposição virtual reúne moedas comemorativas sobre os Jogos Rio 2016

Um dos principais nomes do tênis de mesa brasileiro e mundial.
Veja o lançamento das marcas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e ouça os atletas e organizadores.
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Rio de Janeiro - Os atletas brasileiros do ciclismo BMX, Renato Rezende e Priscila Carnaval, iniciaram nesta quarta-feira, com um público pequeno no Centro de Ciclismo BMX, suas participações nas Olimpíadas Rio 2016.

Rio de Janeiro - Parte da equipe de saltos que disputou a final olímpica em Deodoro, nesta quarta-feira, Álvaro de Miranda, o Doda, afirmou aos jornalistas presentes que a ausência de Rodrigo Pessoa não fez diferença, pois o veterano cavaleiro do Brasil "podia até passar vergonha" se competisse na Rio 2016.

Rio de Janeiro – Há poucos anos atrás, pouco ou nada se ouvia falar sobre o polo aquático brasileiro, a não ser em tempos de Jogos Pan-Americanos, a cada quatro anos. Com presença discreta em Jogos Olímpicos, e em poucas edições, a modalidade era a mais preterida do país em se tratando de esportes coletivos com bola. Hoje, mesmo eliminado na fase de quartas de final, a seleção masculina do Brasil conseguiu sair da Rio 2016 com um sentimento de dever cumprido. Pelo menos é isso o que disseram os jogadores brasileiros à imprensa ao final da partida desta terça-feira.


Rio de Janeiro - "Vocês querem falar com ele?". Essa é uma frase comum de se ouvir na Rio 2016 quando um atleta menos conhecido passa pela zona mista - área em que todos os competidores precisam passar após suas provas, e onde repórteres de TV, rádio e imprensa escrita esperam. Quando é um brasileiro como Thiago Pereira ou Rafaela Silva (cujo ouro, o primeiro do Brasil nesses Jogos, o Esporte Alternativo cobriu de perto), nem precisa oferecer, porque os jornalistas logo se amontoam pela entrevista. Quando se trata então de alguém como Michael Phelps ou Usain Bolt a situação é oposta: a busca por uma entrevista se torna uma epopéia jornalística.

Rio de Janeiro - Depois da euforia pela dobradinha brasileira no pódio do solo, na ginástica artística, neste domingo, é hora de colocar os pés no chão e pensar no que ainda temos pela frente. A começar pela final das argolas, amanhã, com o campeão olímpico Arthur Zanetti defendendo seu título.

Rio de Janeiro - Foi sem sombra de dúvidas a medalha mais merecida de todos os 467 atletas brasileiro que disputaram ou ainda vão disputar um pódio nessas Olimpíadas. Depois de cair nas duas últimas edições dos Jogos Olímpicos, enfrentar traumas e uma depressão, Diego Hypolito veio para o seu principal aparelho, o solo, com uma história para escrever e uma história que precisava ser escrita em casa, com o apoio de milhares de brasileiros.

Rio de Janeiro - O judoca egípcio Islam El Shehaby causou perplexidade no público presente na Arena Carioca 2, nesta sexta-feira, ao se recusar a cumprimentar seu adversário, o israelense Or Sasson, após ser derrotado em luta decisiva.

Rio de Janeiro - Um homem que passa rebolando, no meio da rua, no Brasil, não escapa de brincadeiras homofóbicas. Mesmo que esse rebolado seja parte de um esporte de alto nível, disputado nas Olimpíadas, e que viu, nesta sexta-feira, o maior brasileiro da sua história: Caio Bonfim.

Rio de Janeiro - A nadadora Etiene Medeiros conseguiu entrar na semifinal dos 50m livre, nesta tarde de sexta-feira, no Estádio Aquático do Rio, com o último tempo. Nadando na penúltima das 12 baterias da prova, a pernambucana fez 24s82. A brasileira se disse feliz por ter uma nova oportunidade de nadar melhor.


Rio de Janeiro - A tarde de quinta-feira da ginástica artística brasileira não foi como esperado. Além de Rebeca Andrade, terceira melhor do individual geral na fase classificatória, ter piorado todas suas notas na fase final (à exceção do salto, que foi igual, 15.566), a outra brasileira na disputa final, Jade Barbosa, sofreu com dores no tornozelo direito durante sua apresentação no solo. A ginasta abandonou a disputa e teve que sair do ginásio de cadeira de rodas.

Rio de Janeiro - De Londres 2012, quando conquistou sua tão sonhada medalha de prata olímpica, nos 200m medley, até a noite desta quarta-feira, na Rio 2016, Thiago Pereira se aprimorou e focou ainda mais na prova que lhe rendeu medalha olímpica. Não à toa, abdicou de disputar os 400m medley, prova que compunha seu calendário quase sempre.

Rio de Janeiro - Durante a partida entre Brasil e Sérvia, no torneio masculino de polo aquático, no Estádio Aquático Maria Lenk, a água das duas piscinas permanecia esverdeada, como já vinha sendo observado desde segunda-feira.
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