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Brasil supera México e empolga para Mundial e Pan

A seleção brasileira de nado sincronizado encerrou neste domingo, 12/06, a participação no Torneio Aberto de Savona, na Itália, tendo superado o terceiro dos grandes rivais pan-americanos, o México, em todas as provas / Foto: CBDA / Satiro SodréRio de Janeiro – A seleção brasileira de nado sincronizado encerrou neste domingo, 12/06, a participação no Torneio Aberto de Savona, na Itália, tendo superado o terceiro dos grandes rivais pan-americanos, o México, em todas as provas.

No último dia de competições em Savona, Lara Teixeira e Nayara Figueira e a coreografia feita com o som da Trans-Siberian Orchestra conquistaram definitivamente a prata no dueto, com 87.900 pontos. A dupla italiana – Mariangela Perrupato/Giulia Lapi – que participará do Mundial dos Esportes Aquáticos de Xangai, em julho, venceu a disputa, com 90.850 pontos. O terceiro posto ficou com a dupla do Cazaquistão, Ana Kulkina/Aigerim Zhexembinova (87.448). O dueto mexicano de Isabel Delgado e Evelyn Guajardo terminou com a sexta colocação (82.963).

Na disputa por equipes, o time brasileiro se firmou na terceira posição (87.601), atrás de Itália (93.013) e Canadá (91.826). O México ficou com o quinto lugar (85.475) atrás do time chinês de Guangdong (85.838).

Os resultados do Brazil Synchro Open, realizado no primeiro final de semana de junho, e do Torneio Aberto de Savona, testaram as mudanças feitas nas rotinas (coreografias) após a disputa nos campeonatos abertos da França e da Alemanha, em março, onde os pontos fracos foram evidenciados.

- Vimos que era necessária uma mexida radical nas rotinas, aumentando o grau de dificuldade. Deu certo. Na competição no Brasil vencemos em provas fortes Estados Unidos e França, duas equipes muito tradicionais e premiadas do nado sincronizado. E na Itália nos saímos melhor que o time mexicano, concorrente diretos nos Jogos Pan-Americanos – disse a técnica Maura Xavier.

Os resultados apontam para a possibilidade de colocações mais próximas do primeiro pelotão da modalidade no Mundial de Xangai, mas principalmente para uma subida de patamar nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro.

Desde a primeira edição da disputa das Américas, em 1959, Estados Unidos e Canadá, muito superiores tecnicamente, se revezam nos degraus de ouro e prata. Para os demais países a competição ficava no patamar de bronze, que com exceção dos Jogos de 1963 quando a equipe brasileira foi a terceira colocada, sempre caía nas mãos do México ou Cuba. A partir de 1999, quando o dueto de Isabela e Carolina de Moraes ganhou o terceiro posto, o Brasil se fez assíduo nesta posição conquistando as medalhas de bronze no dueto e na equipe nas duas edições posteriores (2003 e 2007).

- Estamos indo aos Jogos Pan-Americanos para lutar por uma medalha inédita para o Brasil. Estamos prontas para brigar por isto – disse Lara Teixeira, por ocasião do Brazil Synchro Open.   

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