CBTE lança projeto para fomentar o tiro esportivo e descobrir novos campeões

Brasileiros treinam / Foto: Divulgação / CBTEBrasileiros treinam / Foto: Divulgação / CBTE

Rio de Janeiro - Com o objetivo de buscar novos talentos e descobrir futuros campeões, a Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE) lançou o projeto Academia do Tiro Esportivo. Voltado ao desenvolvimento do esporte de base em todo o país, o projeto terá como principais ações a disseminação do tiro esportivo e a busca de talentos que, sendo devidamente trabalhados, possam vir a se destacar e tornarem-se futuros campeões.

Com a participação de 32 jovens atletas, a primeira oficina da Academia do Tiro Esportivo será realizada neste fim de semana, no Centro Nacional de Tiro Esportivo (CNTE). Os participantes terão a oportunidade de conhecer o local onde serão realizadas as provas de tiro esportivo nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
 
Ministrada pelo técnico Silvio Aguiar, que participou, como atleta, dos Jogos Olímpicos de Moscou (1980) e Los Angeles (1984). A oficina tem como base o projeto de fomento ao esporte e a busca de novos atletas. A CBTE pede que os integrantes da Oficina, que possuírem carabinas e/ou pistolas de pressão, levem seus equipamentos, nos dias do evento, com o intuito de permitir o acesso a todos os integrantes. Haverá carabinas para serem emprestadas no local, mas como a demanda poderá ser grande, a CBTE espera contar com a colaboração dos participantes.
 
O Projeto Academia do Tiro Esportivo - Nos eventos da Academia do Tiro Esportivo, tantos os clubes que participam das etapas, como os atiradores não precisam pagar taxa de associação, tornando o acesso ao esporte mais fácil.  Na prática, basta o atirador se dirigir ao local de realização de prova, onde será direcionado para modalidade que lhe convier.  Muitos destes locais disponibilizam armas de pressão para os iniciantes, sendo muito comum ver os participantes sendo solidários quanto ao empréstimo de seus equipamentos.
 
A maioria das provas são voltadas para as modalidades olímpicas, tendo regras menos exigentes dos que as da CBTE, menos disparos, menor tempo de prova e a utilização somente de armas de ar comprimido.  O que se espera é que os participantes possam ter o contato com o esporte, conhecer os seus fundamentos e aprimorar sua técnica.  Com a ascensão no ranking nacional da Academia do Tiro Esportivo, o atleta se sentirá à vontade para engajar em uma das instituições esportiva do país, dando prosseguimento a sua trajetória como atirador esportivo.