Na companhia de Arthur Zanetti e Sergio Sasaki, Diego Hypolito se mostra sereno e feliz na Vila Olímpica

Diego Hypolito/ Foto: DivulgaçãoDiego Hypolito/ Foto: Divulgação

Londres- A carreira do bicampeão mundial no solo, Diego Hypolito, é marcada por muitos títulos, medalhas e conquistas inéditas para a ginástica do Brasil. Mas com as glórias vieram sérias contusões e algumas dolorosas derrotas. É com essa bagagem que o ginasta inicia sua segunda campanha olímpica. Ao entrar na Vila Olímpica na última quarta-feira, dia 18, refletiu sobre tudo o que passou e afirmou que nunca se sentiu tão realizado e feliz para desempenhar o seu melhor em Londres. 
 
Terceiro colocado no Campeonato Mundial do Japão, em outubro, Diego foi submetido a uma artroscopia no joelho direito em março – sua quinta cirurgia –, mas garante que a lesão só o motivou. Colocar a credencial olímpica no peito, vestir o uniforme do Time Brasil e iniciar mais uma trajetória olímpica fazem Diego puxar os bons momentos na memória e superar todas as dificuldades. “Entrar na Vila Olímpica novamente foi muito legal. Disputar os Jogos Olímpicos é o sonho de cada atleta. Só de estar aqui já é um prestígio muito grande. Coloquei na balança e pensei em toda minha trajetória. Pequim é um grande espelho para mim. Aprendi a me superar. Hoje, estou mais realizado e forte como pessoa”, avalia Diego.
 
Após chegar aos Jogos Olímpicos como favorito ao ouro e não alcançar a medalha, Diego não se abateu e chega a Londres confiante de que pode ter um bom desempenho. “Vou ser o que eu conseguir ser. Me cobrava muito antes. Vou fazer o meu melhor e tenho que estar satisfeito com isso. Tive uma contusão há pouco tempo e um período curto de um mês para treinar, mas o meu sonho é maior do que tudo isso. Farei a mesma série do mundial passado. Uma série de alto nível. Tem que fazer o que se treina. Não pode mudar”, pondera Diego.
 
Ao lado dos companheiros de equipe, Arthur Zanetti e Sergio Sasaki, Diego lidera a ginástica masculina pela primeira vez com três atletas nos Jogos Olímpicos. E espera contribuir com sua experiência influenciando positivamente seus colegas. “Estou tão feliz de estar aqui. Meu resultado é de todos. Isso aqui é muito importante, envolve uma nação. Antes, não tinha noção de que queria tanto a medalha. Era no automático. Meu sonho não acabou”, assegura o ginasta.

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