Hortência diz que novo ciclo do basquete feminino começa em Londres

Diretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Hortência/ Foto: DivulgaçãoDiretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Hortência/ Foto: Divulgação

Londres- Das 11 atletas que compõe a seleção brasileira feminina de basquete nos Jogos de Londres 2012, seis participarão pela primeira vez de uma edição dos Jogos Olímpicos. Tássia, Joice (armadoras), Chuca (ala-armadora), Damiris, Nádia e Clarissa (pivôs). Segundo a diretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Hortência, o novo ciclo já começou.

 

“Na verdade, as pessoas falam em término de um ciclo. Eu falo o contrário: estamos começando um novo ciclo. Fizemos uma antecipação deste processo. Trouxemos o Tarallo para que ele pudesse ter uma experiência olímpica antes de chegar a 2016. Então, estamos antecipando um ano deste ciclo, que começaria depois dos Jogos de Londres”, explicou.
 
Ao falar da renovação no grupo, Hortência citou o exemplo da pivô Damiris, de apenas 20 anos, eleita a melhor jogadora do Mundial sub-19 disputado no ano passado. “Ela está desde os 16 anos com a gente e sabe como é o nosso trabalho. Não é só entrar na quadra e jogar. Por trás existe uma estrutura enorme e desde cedo estas meninas já encaram este espírito que estamos implementando”, frisou Hortência, lembrando que aos 16 anos já era titular da seleção adulta.
 
Para a armadora Adrianinha, a mescla de gerações sempre foi bem feita na seleção feminina de basquete: “Se não me engano, são quatro atletas com mais de 30 anos contrastando com as mais jovens. Isso é importante e agora está faltando apenas conseguir o nosso objetivo final, que é a medalha”, disse Adrianinha. Já a pivô Érika acredita que mesmo com pouca idade, as novatas do grupo têm experiência internacional. “Não tem muita coisa pra passar para elas, pois a maioria já jogou fora do Brasil, com exceção da Tássia. Ou seja, elas têm uma boa bagagem e nos resta juntar esta juventude com a nossa maturidade para conseguir bons resultados”, resumiu Érika.
 
A jovem Damiris, que já virou realidade no basquete feminino, ressaltou a importância dos conselhos recebidos das jogadoras mais experientes do elenco, como as “tias” Adrianinha e Erika. Ela confessa que ficou extasiada quando entrou na Vila Olímpica pela primeira vez.
 
“Quando cheguei à Vila Olímpica, fiquei deslumbrada e fascinada com tudo. Fiz questão de conhecer cada detalhe. Ao sair do elevador, no prédio da Vila em que a delegação está hospedada, dei de cara com Varejão, Nenê e Leandrinho. Fiquei paralisada porque são jogadores que até outro dia via na TV e agora tenho a oportunidade do convívio diário. Acredito no potencial da equipe e sei que teremos adversários fortes pela frente. Mas o grupo está muito focado e confiante num ótimo desempenho aqui em Londres”, encerrou Damiris.

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