Irmãs cariocas sonharam. Agora jogam por medalhas em Guadalajara

Em 2007, Luana e Lohaynny de Oliveira Vicente davam raquetadas apenas de brincadeira. Hoje, não hesitam em apontar o Pan do Rio como um ponto de virada na carreira / Foto: Gaspar Nóbrega/Inovafoto/COBEm 2007, Luana e Lohaynny de Oliveira Vicente davam raquetadas apenas de brincadeira. Hoje, não hesitam em apontar o Pan do Rio como um ponto de virada na carreira / Foto: Gaspar Nóbrega/Inovafoto/COBGuadalajara - Na delegação do badminton que a partir de sábado, dia 15, começa a competir nos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011, há duas irmãs cariocas que estavam na arquibancada quatro anos atrás. Em 2007, Luana e Lohaynny de Oliveira Vicente davam raquetadas apenas de brincadeira. Hoje, não hesitam em apontar o Pan do Rio como um ponto de virada na carreira.

"Antes, já praticávamos o badminton, mas era apenas diversão. Ali vimos que poderia ser algo mais sério", disse Luana. Para a irmã Lohaynny, que tinha apenas 11 anos na época, imaginar que competiria no Pan seguinte era um delírio. "Nem sonhava com isso", afirmou.

Moradoras da Praça Seca, na Zona Oeste do Rio, hoje com 17 e 15 anos, respectivamente, Luana e Lohaynny conheceram o badminton graças a um projeto social há nove anos.

Depois do Rio 2007, elas passaram a se dedicar mais ao esporte, com resultados animadores. As duas irmãs já foram campeãs pan-americanas juniores, na categoria simples. No ano passado, Luana venceu o campeonato sul-americano e Lohaynny conquistou um torneio internacional na Dinamarca.

Nos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011, a expectativa é positiva na categoria simples.

"Já temos alguma experiência em competições internacionais e isso nos ajuda a superar qualquer insegurança", disse Luana. Nas duplas, as irmãs enfrentam logo na estreia as americanas Eva Lee e Paula Lynn Obanana, cabeças-de-chave número 3 do torneio.

Bem jovens, as duas são vistas como apostas para os Jogos Olímpicos Rio 2016, segundo o treinador Luís Fernando Marin. "Elas têm muito potencial e exibem um grau de confiança admirável para atletas tão jovens. Não se intimidam facilmente", destacou.

Primeiro medalhista brasileiro no badminton, Guilherme Kumasaka é hoje auxiliar-técnico da equipe e vê com orgulho a evolução de duas torcedoras do Pan do Rio. "É um reflexo e fico muito feliz de estar de novo aqui com elas e o resto da equipe".

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