Ginastas juvenis e infantis do CEGIN enfrentam o desafio do Sul-Americano de Lima

Flávia, Josy, a técnica Carol, Julia e Ana Luiza, o grupo que segue para o Peru  / Foto: Divulgação/CEGINFlávia, Josy, a técnica Carol, Julia e Ana Luiza, o grupo que segue para o Peru / Foto: Divulgação/CEGIN

Curitiba - Ana Luiza de Lima e Júlia Soares, da categoria juvenil, Flávia Paesano e Josiane Calixto da Silva, da categoria infantil, são as ginastas do CEGIN que disputam o Sul-Americano de Lima, no Peru, pela seleção brasileira. 
A técnica Carol Molinari viaja nesta terça-feira (16/10) para a competição com as quatro ginastas e a equipe nacional. As disputas serão sexta-feira (19/10, qualificação infantil), sábado (20/10, qualificação juvenil e final infantil) e domingo (21/10, final juvenil).
 
“Este é um campeonato em que temos boas chances de pódio com todas as ginastas”, avalia a técnica Carol Molinari. Para Flávia e Josy, de 11 anos, as séries são obrigatórias, com rotinas iguais para todas as ginastas da mesma categoria participantes do torneio, nos quatro aparelhos (barras paralelas assimétricas, salto, trave e solo). “Tem de fazer tudo perfeito, limpo. No solo, conta muito a sincronia dos movimentos com a música”, observa Carol Molinari.
 
Mas para Júlia Soares, campeã brasileira no individual geral na categoria 13 a 15 anos, prata por equipe e bronze na trave no Brasileiro Adulto, as séries são específicas. Também será assim para Ana Luiza de Lima, juvenil como Júlia. No último Brasileiro de Especialistas, em agosto, em Santos, Ana Luiza levou bronze no solo, entre adultas.
 
“Apesar delas estarem no primeiro ano da categoria juvenil ambas têm chances de pódio. A Júlia é bem técnica, tem uma trave muito boa. A Ana Luiza chama atenção no solo pela apresentação e a qualidade na execução dos movimentos – com uma série limpa e que tem dança. Na verdade, as duas têm séries bem executadas nos quatro aparelhos, com um bonito estilo de ginástica”, comenta Carol Molinari.
 
Ana Luiza encantou o público no Brasileiro de Especialistas ao apresentar sua coreografia no solo com a música Luzes da Ribalta, do clássico filme de Charles Chaplin – a ginasta imita o genial artista de gestos marcantes. “Eu quis fazer as pessoas ficarem apaixonadas”, disse o coreógrafo Rhony Ferreira. “A série é leve, a Ana Luiza é delicada, doce e tem uma veia humorística, na parte que ela imita o Chaplin”, completa.
 
Para Júlia Soares, que é ‘espevitada’, o mambo Tequila se encaixa bem. Júlia, que tem uma trave de muita qualidade, também teve sua série de solo aprimorada para o Sul-Americano. “Quisemos enriquecer um pouco a coreografia do meio para o fim para evitar que a série começasse bem e caísse. Com os treinos ela melhorou na parte física e, com isso, complicamos um pouco a parte técnica. Ficou mais saltitante, mais feliz até o fim. Fizemos esse arranjo para melhorar a parte artística.”
 
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