Vantagem de barco de Martine Grael cai no Pacífico

Sexta Etapa volta a ficar equilibrada com queda de vantagem dos lídereres Scallywag e team AkzoNobel / Foto: Rich Edwards/Volvo Ocean RaceSexta Etapa volta a ficar equilibrada com queda de vantagem dos lídereres Scallywag e team AkzoNobel / Foto: Rich Edwards/Volvo Ocean Race

Hong Kong - "Ainda estamos passando por muitas nuvens", disse Martine Grael, brasileira do team AkzoNobel. A afirmação da campeã olímpica se traduz em menos velocidade para sua equipe, que nesta segunda-feira, dia 19 de fevereiro, ocupa a segunda colocação da sexta etapa da Volvo Ocean Race 2017-18.
 
A tendência para as próximas 24 horas da perna entre Hong Kong e Auckland (Nova Zelândia) é que os barcos voltem a ficar próximos uns dos outros. A flotilha atravessa ainda as calmarias próximas à Linha do Equador. A vantagem dos líderes, que era maior do que 180 milhas náuticas, caiu mais da metade. Antes era só Scallywag e AkzoNobel, mas os Doldrums trouxeram o Team Brunel para o pelotão da frente.  
 
"Nós ainda podemos ter uma parada e todos podem nos pegar. Precisamos lidar com isso. Faz parte da regata", completou Martine Grael.
 
Enquanto AkzoNobel e o Scallywag enfrentavam uma área de calmaria, os perseguidores estavam de 10 a 15 nós de vento mais rápidos, recuperando terreno. "É um pouco frustrante sentir a respiração quente dos outros barcos no nosso pescoço", disse Annemieke Bes, do Scallywag. 
 
Na parte de trás da frota, a reação aos grandes ganhos feitos nas últimas 24 horas foi relativamente silenciosa, considerando o muito trabalho que ainda falta. "Nós ganhamos muitas milhas em cada turno", disse Blair Tuke, do MAPFRE.
 
Faltam 1.700 milhas náuticas para a conclusão da sexta etapa da Volvo Ocean Race. Os veleiros devem terminar a prova até o início da próxima semana.
 
 

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