Barco de Martine Grael volta a andar rápido depois de quebra de vela

Veleiro team AkzoNobel está em sétimo e último lugar na terceira etapa da Volvo Ocean Race. Equipe tenta diminuir vantagem para os adversários nos mares do sul. Dongfeng Race Team e MAPFRE dividem a liderança com contato visual entre eles / Fotos: James Blake/Volvo Ocean RaceVeleiro team AkzoNobel está em sétimo e último lugar na terceira etapa da Volvo Ocean Race. Equipe tenta diminuir vantagem para os adversários nos mares do sul. Dongfeng Race Team e MAPFRE dividem a liderança com contato visual entre eles / Fotos: James Blake/Volvo Ocean Race

África do Sul - O barco team AkzoNobel, que tem com integrante a campeã olímpica Martine Grael, tenta se recuperar na terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. A equipe teve duas quebras importantes na semana passada e passou quase três dias tentando arrumar o problema. Agora com 100% em modo regata, a equipe continua em sétimo e último lugar. Apesar de estar quase 300 milhas dos líderes, a tripulação não perde as esperanças. A terceira etapa da Volvo Ocean Race deve ser concluída até dia 25 de dezembro. Os barcos partiram da Cidade do Cabo, na África do Sul, com destino à cidade australiana de Melbourne para 6.500 milhas náuticas pelos mares do sul.
 
''Agora está tudo certo. A gente está consertando uma tala que quebrou’’, disse Martine Grael. ''Foi bem frustrante não subir o grande por três dias. A gente navegou devagar sabendo que os outros barcos estavam bem mais rápidos’'. 
 
''Desde a largada foi muito duro o primeiro dia, pra variar. Depois pegamos o frio e os ventos do sul. Está sendo muito legal, com muito vento em popa. Era o que eu esperava para essa perna. E vamos que vamos’’, contou a campeã olímpica Martine Grael.
 
Na quinta-feira (14), o team AkzoNobel teve a quebra da trilha do mastro e de uma vela importante para ventos fortes. O dano ocorreu quando o barco ocupava a quarta colocação na terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. A principal dificuldade dos tripulantes foi fazer o reparo em condições de vento forte e ondas grandes.
 
 ''Na quinta-feira fomos dar um jibe, o segundo da noite, e assim como qualquer barco, algumas manobras não dão certo. Na real foi bem vergonhoso, pois quebramos todas as talas do grande (vela) e descolou calha (trilha) do mastro. Foi muito complicado reparar a calha. A cola não curou. É muito úmido e frio. Não deu certo. Fizemos uma segunda tentativa e também não deu certo’’, explicou Martine Grael.
 
Duelo visual nos mares do sul - Os barcos Dongfeng Race Team e MAPFRE se revezam na ponta da terceira etapa da Volvo Ocean Race. Depois de oito dias de regata - a largada da Cidade do Cabo foi no domingo (10) - os dois barcos estão em contato visual. Faltam menos de 2.700 milhas náuticas para cruzar a linha de chegada em Melbourne, na Austrália.
 
"Não faz muito tempo que tivemos contato com o MAPFRE. É uma coisa incrível, um pouco surreal tão próximos”, relatou Carolijn Brouwer, do Dongfeng. "Os caras do MAPFRE tiveram que fazer algo para não bater. Tem sido bastante cansativo, com muitas manobras’'.
 
Quem vencer a etapa entre os dois estará na frente da classificação geral após três etapas. Em terceiro lugar aparece o Vestas 11th Hour Racing, seguido pelo Team Brunel.
 
Nesta segunda-feira (18), os velejadores do Brunel foram atacados por uma forte onda e a atleta Annie Lush sofreu uma lesão nas costas.
 
Lush e o companheiro de equipe, Peter Burling, estavam trabalhando na popa quando o Team Brunel preparou-se para se aproximar da Zona de exclusão de gelo. Uma grande onda os varreu o barco. Burling não ficou ferido, mas Lush ficou com dor no lado direito e lutando para mover a perna direita. A tripulação agiu rapidamente medicando a velejadora com analgésicos. O médico oficial da regata, Spike Briggs, foi acionado.
 
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