Vela Brasileira mostra sua força no Mundial de J70

No encerramento da disputa do Campeonato Mundial da Classe J70, em Porto Cervo, na Itália, o país conseguiu colocar duas embarcações dentro do top 15 da classificação geral / Foto: Kurt ArrigoNo encerramento da disputa do Campeonato Mundial da Classe J70, em Porto Cervo, na Itália, o país conseguiu colocar duas embarcações dentro do top 15 da classificação geral / Foto: Kurt Arrigo

Itália - A vela brasileira obteve neste sábado, dia 16, mais um resultado expressivo na temporada 2017. No encerramento da disputa do Campeonato Mundial da Classe J70, em Porto Cervo, na Itália, o país conseguiu colocar duas embarcações dentro do top 15 da classificação geral.
 
O barco Arrivederci ficou em 8° lugar (42 pontos perdidos), sob comando de Vitor Demaison ─ que tem no currículo, entre outros títulos, o de campeão mundial júnior de Snipe ─ e tendo como tático Henrique Haddad, velejador olímpico nos Jogos Rio 2016 (classe 470). Já o Tô Nessa, do comandante Renato Faria, terminou em 13° (52 p.p.), tendo entre os tripulantes o medalhista olímpico Kiko Pellicano, e Samuel Albrecht, representante do Brasil na classe Nacra 17 nos Jogos Rio 2016.
 
Ao todo, o Brasil ainda teve outras quatro embarcações no evento, demonstrando o grande potencial de crescimento da classe J70. Também na flotilha ouro, o Era Ora, de Manoel Munoz e Alan Adler, acabou na 48ª posição, com 162 pontos perdidos. Na flotilha prata, o Urubu, de Horacio e Nicolas Carabelli, ficou em sexto lugar (107 p.p.); o Highlanders, de Selmo Nissenbaum e do campeão olímpico Marcos Soares, terminou em décimo (146 p.p.); e o Mandachuva, de Mário Garcia, obteve a 31ª colocação (201 p.p.).
 
O título mundial foi para o barco norte-americano Relative Obscurity, comandado por Peter Duncan, que teve uma campanha muito forte, terminando todas as regatas entre os três primeiros e somando apenas 8 pontos perdidos.
 
“O resultado mostra que o Brasil tem um nível técnico alto, apesar do número de barcos (de J70) ser pequeno, por ora. A gente chegou muito bem preparado. O Mundial foi o fim de um projeto que começou no ano passado e que deu certo. Fizemos um campeonato sólido e consistente. Estávamos muito conscientes de onde queríamos chegar e por pouco não ficamos entre os cinco primeiros. A gente termina muito feliz com o resultado e agora é pensar no próximo projeto”, afirmou Henrique Haddad, tático do Arrivederci.
 

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