Patrícia Freitas será 1ª velejadora do Brasil a competir na raia de Tóquio 2020

Brasileira disputa Mundial de RS:X em Enoshima, local que receberá as regatas olímpicas / Foto: Robert Hajduk/ ShutterSail e Jesus Renedo/ Sailing EnergyBrasileira disputa Mundial de RS:X em Enoshima, local que receberá as regatas olímpicas / Foto: Robert Hajduk/ ShutterSail e Jesus Renedo/ Sailing Energy

São Paulo - Patrícia Freitas terá uma honra especial nesta madrugada de segunda-feira, dia 18. Ela será a primeira velejadora do Brasil a conhecer a raia dos Jogos Tóquio 2020, durante a disputa do Campeonato Mundial de RS:X. A competição será realizada no Enoshima Yacht Harbor, local que receberá as provas olímpicas daqui a três anos, e, em função do fuso horário, as regatas têm previsão de início ainda na noite deste domingo (17), às 23h (de Brasília).
 
A previsão do tempo reserva algumas emoções nesta estreia. A passagem de um tufão pelo Japão promete trazer rajadas fortes nos dois primeiros dias de campeonato.
 
“Deu para conhecer um pouco da raia nos dias de treino, mas ainda não é possível dizer muita coisa. O vento tem estado fraco, com ondas grandes no mar. Pelo que vi, a condição é variada, o vento vem de várias direções. Mas tem um tufão previsto para domingo e segunda-feira. A previsão está bem extrema”, disse Patrícia.
 
Embora seja cedo para projeções para Tóquio 2020, a experiência de velejar em Enoshima será valiosa para Patrícia, que chega ao Mundial embalada por uma temporada de ótimos resultados. Nas três competições internacionais que disputou este ano, terminou sempre no top 5. O ápice foi a conquista da medalha de ouro na Final da World Cup, em Santander, na Espanha, o que deu à brasileira o título de campeã da Copa do Mundo da Federação Internacional de Vela em 2017.
 
O Mundial de RS:X tem 67 atletas na competição feminina e 111 no campeonato masculino. As regatas vão até o próximo dia 23. Além de Patrícia, algumas das melhores velejadoras do mundo estarão presentes, incluindo duas medalhistas dos Jogos Rio 2016: a chinesa Peina Chen (prata) e a russa Stefania Elfutina (bronze). No masculino, destacam-se o atual bicampeão olímpico, o holandês Dorian van Rijsselberghe; e o medalhista de bronze dos Jogos Rio 2016, o francês Pierre Le Coq.
 
“O campeonato vai ser bem competitivo. O nível está muito alto. Os principais velejadores vieram em massa. Vai ser legal de correr para testar a raia”, afirmou Patrícia.
 
A vela brasileira já tem um título mundial na classe RS:X, com Ricardo Winicki, o Bimba, em 2007, em Cascais (Portugal). Bimba também foi medalhista de prata no Mundial da antiga classe Mistral (2002 e 2005).
 
Mais informações: http://www.rsxclass.org/worlds2017/
 

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