Nova geração do Brasil ganha vez no Mundial da classe Laser

João Pedro de Oliveira representa o país na competição, a partir desta quinta-feira, dia 14 / Foto: Pedro Martinez/Saiilng EnergyJoão Pedro de Oliveira representa o país na competição, a partir desta quinta-feira, dia 14 / Foto: Pedro Martinez/Saiilng Energy

Croácia - Uma das caras da nova geração da Equipe Brasileira de Vela em 2017, João Pedro Souto de Oliveira começa nesta quinta-feira, dia 14, a campanha no Campeonato Mundial da classe Laser. As primeiras regatas estão marcadas para 6h (de Brasília), na raia do Clube Náutico Mornar, em Split, na Croácia. A competição vai ser disputada até a próxima terça-feira, dia 19.  
 
João Pedro disputa o Mundial pela segunda vez. Mas em 2015, quando fez sua estreia na competição, era um garoto ao lado dos veteranos Robert Scheidt e Bruno Fontes. Agora vai na condição de titular da Equipe Brasileira de Vela, graças ao título da Copa Brasil realizada em março, em Porto Alegre.
 
“Aqui em Split o mar tem ondas parecidas com as do Rio de Janeiro, onde eu treino diariamente. Acredito que eu tenha uma velocidade boa em relação aos outros velejadores. O objetivo inicial é entrar na flotilha ouro (50 primeiros velejadores, que competirão por um lugar no pódio)”, disse João Pedro.
 
A classe Laser é tradicionalmente uma das mais concorridas, e o Mundial 2017 vai reunir um total de 148 competidores de 52 países. A disputa promete ser de altíssimo nível técnico. Afinal, estão inscritos os três velejadores que subiram no pódio dos Jogos Rio 2016 — o australiano Tom Burton (ouro), o croata Tonci Stipanovic (prata) e o neozelandês Sam Meech (bronze) —, além do britânico Nick Thopmson, atual bicampeão do Mundial (2015 e 2016).
 
“O fato de termos quase 150 competidores faz com que seja muito importante brigar por cada posição até o final da regata. É possível ter uma diferença de até cerca de 20 pontos disputados nos últimos metros. Então a estratégia é velejar o meu melhor e, no final, tentar de tudo para ganhar posições”, explicou João Pedro.
 
O Brasil é uma das grandes potências da história do Mundial de Laser, graças a pioneiros como Peter Tanscheit e ao grande ídolo Robert Scheidt, maior vencedor da competição, com 9 medalhas de ouro, além de 2 de prata e 1 de bronze.
 
Mais informações: https://laserworlds2017.com/
 

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