Palavra de medalhista - Maicon Andrade

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Bronze nos Jogos Rio 2016, atleta comemora planejamento para o taekwondo brasileiro / Foto: Alexandre Castello Branco/COBBronze nos Jogos Rio 2016, atleta comemora planejamento para o taekwondo brasileiro / Foto: Alexandre Castello Branco/COB

Rio de Janeiro - Além da preparação para o Mundial da Coreia, a reunião entre o COB e a seleção brasileira de taekwondo serviu para o início da discussão da preparação olímpica da modalidade para Tóquio 2020. O medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016, Maicon Andrade, gostou do que ouviu. 
 
“Posso dizer que agora sim o meu ciclo olímpico e o de todos os atletas titulares da seleção começou. Foi uma reunião muito produtiva, todos pensando igual, com as mesmas metas e objetivos. E o COB, como sempre, apoiando e fazendo com que o esporte cresça, querendo a sua melhora. Isso é muito importante para a nossa modalidade”, destacou Maicon, paulista de 24 anos. 
 
Medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos Toronto 2015, Raphaella Galacho mostrou-se ainda mais motivada para alcançar bons resultados no Mundial. “Foi uma experiência muito positiva para gente. Estávamos vivendo momentos de muita apreensão. Disputamos a seletiva para o mundial sem saber se nossa ida ao mundial seria paga. Então, quando soubemos que o COB entraria e abraçaria essa causa, foi uma alegria muito grande”, afirmou Raphaella Galacho, atualmente décima colocada no ranking mundial da categoria até 73kg. “Já participei de muitas competições em delegações do COB e sei como se preocupa com todos os detalhes. Isso é muito positivo para gente. O Mundial é uma competição importantíssima para começar o ciclo, então é sensacional. O ciclo começa da melhor maneira possível”, concluiu Galacho. 
 
Bronze em Pequim 2008, Natalia Falavigna será responsável pela coordenação técnica da ação e atuará no alinhamento entre os gestores esportivos do COB, atletas e treinadores. 
 
“Precisamos extrair de dentro de uma crise algo novo e bom. Os atletas mostram isso, mesmo diante das dificuldades. Com essa ação, o Comitê Olímpico mostra que o taekwondo é uma modalidade importante para o Brasil. É um voto de confiança para todos os atletas, treinadores e gestores para que possamos mudar essa realidade”, destacou Natalia Falavigna.
 

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