93ª Corrida de São Silvestre tem balanço positivo

Dinâmicas para coibir o "pipoca" serão ampliadas em 2018 e fraudadores serão desclassificados e banidos / Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta PressDinâmicas para coibir o "pipoca" serão ampliadas em 2018 e fraudadores serão desclassificados e banidos / Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

São Paulo – A Corrida Internacional de São Silvestre realizou mais uma edição, a de número 93. Outra vez, a prova foi um sucesso, reunindo 30 mil corredores de 40 países e fechando o ano esportivo nacional em grande estilo. Positivo também foi o balanço do Comitê Organizador para tentar coibir a presença de atletas não inscritos (“pipocas”), como o controle de acesso e dinâmicas que buscaram priorizar o atleta oficialmente inscrito. Dos cerca de 50% de pipocas em 2016, este ano a estimativa foi que cerca de até 10% insistiram em entrar ilegalmente durante o percurso.
 
Apesar da significativa queda e do sucesso na entrega de kits e posicionamento do público na largada e chegada, algumas atitudes negativas ainda aconteceram, ressaltando a falta de cidadania e de respeito por parte dos fraudadores. Houve atletas que passaram seu número para não inscritos e que foram identificados pelas câmeras ao longo do percurso, sistema de vídeo da chegada e câmeras colocadas nos postos de água (novidade deste ano). Este tipo de fraude resultará na desclassificação e no banimento destes fraudadores no cadastro na São Silvestre e dos demais eventos da organização técnica.
 
Houve também quem se inscreveu como idoso para desfrutar do desconto sem ter esse direito. Estes serão reconhecidos e notificados. Como essa avaliação ainda é manual, mesmo que o resultado seja publicado, ao longos dos próximos dois meses assim que for confirmada a fraude eles serão excluídos e banidos do cadastro da São Silvestre e de outras provas da organização técnica. 
 
A infraestrutura da prova atendeu perfeitamente o número oficial de inscritos, o que teria acontecido em 2016 se não fosse o grande número de pipocas. As triagens feitas para evitar o acesso de pipocas, no final da Avenida Brigadeiro e Rua Joaquim Eugenio de Lima, tiveram resultados positivos. Essas dinâmicas vieram de provas como a Meia Maratona de São Paulo e Maratona Internacional de São Paulo, ampliadas na São Silvestre, que continuarão com os procedimentos em 2018. Portanto, quem quiser se escrever ainda dá tempo.
 
Com base nos resultados deste primeiro ano de ações, o planejamento para a próxima edição da principal corrida de rua da América Latina já está sendo feito. Ele prevê a ampliação das medidas, bem como aumentar o isolamento para a dispersão e triagens de pipocas no percurso. 
 
 

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