Hurra! realiza ação na Casa Ouro Preto

Adolescentes conheceram o Rugby / Foto: DivulgaçãoAdolescentes conheceram o Rugby / Foto: Divulgação

São Paulo - O clima descontraído e respeitoso foi o destaque na última quinta-feira, dia 12 de abril. O evento foi organizado pela CASA Ouro Preto em parceria com a Associação Hurra!, uma ONG que trabalha a prática do rugby, uma modalidade ainda pouco popular no Brasil, mas que oferece valores como disciplina, respeito, integridade, solidariedade, essenciais para os meninos em ressocialização.
 
O objetivo é disseminar o uso do esporte como ferramenta de formação de valores para a transformação da sociedade. A prática acontece no centro desde abril de 2017 com muita aceitação dos jovens.
 
"Os adolescentes foram sensibilizados quanto a ideia de "família Rugby" trabalhada em todos os polos em que o projeto está instalado", disse o diretor João Luís do Nascimento.
 
A premissa do projeto está pautada na inclusão de crianças e adolescentes de todas as classes sociais numa comunidade esportiva que estabelece valores, regras e condutas para se manter integro diante das adversidades sociais e dos apelos consumistas e ilícitos em que este público jovem sofre.
 
De acordo com Nascimento, além dos adolescentes inscritos neste segundo ciclo do curso, outros se interessaram e acabaram participando da atividade propriamente dita, com fundamentos básicos do esporte.
 
Houve uma integração dos instrutores com os adolescentes. Os garotos tiraram dúvidas de como fazer os movimentos. No fechamento da atividade, o diretor João Luís se reuniu com o pessoal do Hurra! para saber como foi a experiência.
 
A coordenadora do projeto, Karina Lira, os instrutores, Felipe Gomes Papa, Luís Carlos Pinheiro Dantas gostaram da participação, curiosidade e animação dos adolescentes.
 
Para o instrutor Herbert Ferreira, que não fazia ideia de como seria um centro socioeducativo, destacou que os jovens da Fundação são mais participativos que os demais alunos. "Eles perguntam se o que ele estão fazendo está certo, pedem para serem corrigidos a todo tempo", disse. Já o instrutor Fábio Paulo Pesseti da Silva gostou muito e viu bastante interesse nos adolescentes.
 

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