Acampamento Nacional empolga técnicos e jogadoras com atividades "dentro de casa"

Atletas do Juvenil Feminino estão reunidas no Centro Nacional de Desenvolvimento, em São Bernardo (SP) / Foto: DivulgaçãoAtletas do Juvenil Feminino estão reunidas no Centro Nacional de Desenvolvimento, em São Bernardo (SP) / Foto: Divulgação

São Paulo - O Acampamento Nacional de Desenvolvimento e Melhoria Técnica do Handebol, projeto da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), começou na última sexta-feira (22) e segue com a programação da categoria Juvenil Feminina até 1º de outubro.
 
A grande novidade deste ano é que todas as atividades são realizadas no Centro Nacional de Desenvolvimento do Handebol, localizado em São Bernardo do Campo (SP), o que empolgou ainda mais a técnicos e jogadoras.
 
Nos últimos anos, o Acampamento Nacional foi em Blumenau (SC), mas agora está concentrado no espaço exclusivo do handebol brasileiro. Os trabalhos com o Juvenil Feminino reúnem 66 atletas de 11 estados, sendo que 26 delas vieram dos Acampamentos Regionais realizados neste ano – as demais são de estados que receberão as ações dos acampamentos em 2018 e foram observadas em campeonatos espalhados pelo País.
 
Nas atividades, todas foram divididas em quatro grupos de treinamento com 14 a 16 atletas cada. Além disso, também foram formadas seis equipes de jogos com dez jogadoras em cada time, que podem ser mesclados e misturados.
 
E a comissão técnica é formada por até 25 pessoas entre fisioterapeutas, árbitros, treinadores e parte administrativa. Alguns integrantes das Seleções Nacionais fazem parte do grupo: Washington Nunes, coordenador nacional de Seleções; Daniel Suarez, o Cubano, técnico da Seleção Júnior Feminina; Camila Dionízio, treinadora de goleiras; Cláudia Mota; supervisora da Seleção Juvenil Masculina; Cássio Marques, supervisor da Seleção Masculina; e Gustavo Barbosa, fisioterapeuta. Nas atividades desta segunda-feira (25), quem também colaborou nos treinamentos foi Hélio Lisboa Justino, o Helinho, técnico da Seleção Júnior Masculina.
 
“Até agora, está tudo ocorrendo super bem, com a estrutura muito boa. Aqui é a casa do handebol. Temos a quadra liberada 24 horas por dia e tudo aqui é nosso. Temos o horário e o jeito que queremos”, explicou Cláudia.
 
O pensamento é o mesmo para Cubano. “É nossa casa e temos que dar valor, porque batalhamos muito para isso. Todos os nossos parceiros tornaram isso uma realidade, e o primeiro passo está dado. Estamos buscando a forma de melhorar e fazer adequações, e as atletas estão felizes, porque estão dentro de casa. É exclusivo nosso”, disse.
 
Dentro de quadra, o treinador coordena as atividades e está empolgado com os primeiros dias do Acampamento. “O mais importante nesses dias intensos de trabalho é que estamos observando todas as atletas que vêm dos estados dos acampamentos regionais, e o nosso intuito é poder encaminhar as jogadoras para a Seleção. Temos que fazer uma escolha de 20 atletas para a futura Seleção Juvenil e temos algumas que serão Júnior nos próximos anos. Elas estão se dedicando ao máximo e aprendendo o formato que queremos que nossas Seleções  joguem”, explicou Cubano.
 
Uma das jogadoras é Larissa Odete, de Jundiaí, interior de São Paulo. Ela falou sobre a experiência que têm vivido. “Já aprendemos muitas coisas e aqui é handebol 24 horas por dia. Além de aprender, também temos a oportunidade de executar o que os técnicos falam, porque os professores explicam tudo muito bem. A estrutura é ótima e está tudo novo. Somos as primeiras a ficarem alojadas aqui e é uma honra ter um centro exclusivo para o handebol. Tem meninas de todas as regiões do Brasil, então é bom, porque acabamos conhecendo várias culturas diferentes”, disse a atleta.
 
Já Mila Iraci é de Belém (PA) e foi selecionada após participar do Acampamento Regional na capital paraense. A jogadora treina no Lauro Sodré e planeja passar conhecimento para as companheiras de time que não vieram a São Bernardo. “Eu vou levar tudo o que eu conseguir daqui. O pessoal do meu time falou que estava muito orgulhoso de mim. Eles pediram para eu me esforçar aqui, e passar para as minhas colegas tudo que eu aprender aqui. Não adianta não levar nada para lá”, contou.
 
Após as atividades do Juvenil Feminino, o Acampamento terá sequência com 66 jovens do Juvenil Masculino, de 4 a 13 de outubro. Até o fim do ano, as categorias Infantil e Cadete masculina e feminina também serão atendidas.
 

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