Vôlei Nestlé vence Sesc/RJ e decide Copa Brasil com Dentil/Praia Clube

Fabíola comemora ponto / Foto: Luiz Pires / FotojumpFabíola comemora ponto / Foto: Luiz Pires / Fotojump

Santa Catarina – Campeão em 2008 e 2014, o Vôlei Nestlé está em mais uma final de Copa Brasil. A equipe de Osasco carimbou seu passaporte para a decisão com uma vitória no duelo classificado como um dos maiores clássicos do mundo na modalidade. Bateu o Sesc/RJ por 3 sets a 1, parciais de 25/22, 25/17, 20/25 e 25/21, em 1h41min na noite desta quinta-feira, dia 18 de janeiro, no ginásio Jones Minosso, em Lages, Santa Catarina. Tandara, Fabíola, Bia e cia. voltam à quadra nesta sexta-feira, dia 19, para lutar pelo tricampeonato diante do Dentil Praia Clube. O jogo começa às 21h30 e terá transmissão do Sportv 2.
 
Maior pontuadora da partida, com 25 acertos, Tandara não escondeu a alegria com o desempenho do time de Osasco. “Nosso jogo foi muito melhor nos dois primeiros sets, pois erramos menos. No terceiro, erramos mais e no quarto tínhamos que buscar. E buscamos. Parabéns para o Vôlei Netslé, pois fomos bem no conjunto, saque, passe e ataque funcionaram bem. E agora vamos para cima do Praia e repetir a atuação de hoje, errando o menos possível. Vou seguir buscando dar o meu melhor em prol da equipe”, avaliou a oposta.
 
Para o técnico Luizomar, o resultado comprova o bom momento da equipe de Osasco. “Precisávamos confirmar essa boa fase. Já fizemos boas partidas e deixamos a vitória escapar, então, esse foi um resultado importante. Tínhamos um grande time do outro lado, o nosso grande rival, e conquistar essa vaga na final é importante para a maturação da equipe. Essas grandes partidas fazem nosso grupo crescer. Temos duas estrangeiras jovens, que ainda estão se adaptando e quanto mais jogar nesse nível, melhor para acertar o time para a sequência da Superliga”, analisou o treinador.
 
Criado em 2007 pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a Copa do Brasil teve seis edições até hoje. Osasco venceu duas. Em 2008, com patrocínio do Finasa, derrotou São Caetano/Blausiegel por 3 a 2, com parciais de 25/21, 18/25, 25/21, 19/25 e 15/12, em 2h03 de uma emocionante final, no Ginásio do Círculo Militar do Paraná, em Curitiba. Em 2014, com patrocínio da Nestlé e adotando o nome Molico, ganhou o segundo título da competição ao bater o Sesi por 3 a 1, parciais de (21/19, 21/16, 22/24 e 21/17), no Ginásio Chico Neto, em Maringá, novamente no Paraná.
 
O jogo – O Vôlei Nestlé controlou o primeiro set. Abriu 8/6 com uma bola de china de Bia e fez 17/11 novamente com a central. Com o saque incomodando a defesa do Sesc, o bloqueio caçou o ataque adversário, conquistando pontos diretos e permitindo contra-ataques aproveitados principalmente por Tandara, maior pontuadora da parcial, com 7 acertos. E apesar de uma certa dificuldade para fechar, o time de Osasco fez 25/22 após um erro de saque do time carioca.
 
O Sesc começou melhor o segundo set e abriu 5/1. Luizomar pediu tempo para arrumar a casa. E arrumou. Seu time equilibrou a partida para empatar em 8/8, virar e abrir 13/10. A partir daí, a equipe de Osasco mandou no jogo. Com Leyva aparecendo como opção de ataque ao lado de Tandara, e contando com muitos erros ofensivos do adversário, a vantagem no placar foi aumentando. No final, foi de oito pontos: 25/17 após uma jogada de china da sérvia Ninkovic.
 
Como na parcial anterior, o time do Rio entrou em quadra melhor. Novamente, o técnico Luizomar pediu tempo para conversar com suas atletas. O placar indicava 11/7 a favor do Sesc. Na sequência, o treinador colocou Carol Albuquerque no lugar de Fabíola. Mas, apesar das tentativas, a equipe de Osasco não conseguiu repetir o desempenho dos sets anteriores, apresentando maior número de erros. Luizomar parou a partida novamente no 20/15 e, apesar do espírito de luta, não deu. O resultado foi a vitória do Sesc por 25/20.
 
Disposto a liquidar a partida, o Vôlei Nestlé voltou ligado para o quarto set e abriu logo 3/0. Mas clássico é clássico. E nunca é fácil. Mari Paraíba apareceu bem, tanto no ataque quanto nos bloqueios e ajudou sua equipe a seguir na frente no 16/13. A ponteira ainda conseguiu um ace no 19/14. Mas as cariocas se aproveitaram de erros das rivais e encostaram no 19/17. Luizomar pediu tempo e, na volta, Tandara fez 20/17. Com a cabeça no lugar, o time de Osasco soube controlar o jogo para fechar por 25/21, com Lorenne.
 
 

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