Brasil receberá a Bélgica em casa pelo Playoff da Copa Davis

Último confronto do Brasil em casa foi em 2016 contra o Equador, em BH  / Foto: Srdjan Stevanovic/ITFÚltimo confronto do Brasil em casa foi em 2016 contra o Equador, em BH / Foto: Srdjan Stevanovic/ITF

Londres - O Time Correios Brasil voltará a disputar um confronto de Copa Davis em casa, após quase três anos. A equipe brasileira receberá a Bélgica, nos dias 1 e 2 de fevereiro de 2019, em casa, em local ainda a ser definido, em duelo válido pelo Playoff da competição entre nações. 
 
O sorteio que definiu os confrontos da fase qualificatória foi realizado nesta quarta-feira na sede da ITF, em Londres, na Inglaterra. O último confronto do Brasil em casa foi em 2016, quando venceu o Equador, em Belo Horizonte.
 
O presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Rafael Westrupp, comemorou o retorno da Copa Davis em território nacional e revelou que algumas cidades já se candidataram para receber o evento.
 
“Vamos voltar a jogar em casa após quase três anos. É importante para o time, para o público e para a CBT também. Já temos algumas cidades que se candidataram para sediar. Agora teremos a avaliação do capitão para atender às condições técnicas para o nosso time. A CBT precisará manter um nível de organização de alto padrão e isso tem um custo financeiro. Então, temos que encontrar o equilíbrio de fechar a conta, buscar um apoio local nessas cidades, e atender a parte técnica que o capitão solicitar”, afirmou.
 
Este será o quarto confronto entre Brasil e Bélgica e a equipe brasileira tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido os belgas na competição. Os europeus venceram os três duelos anteriores, todos em casa, em 1960, em 1993 (quando o Brasil perdeu o mando de quadra) e em 2016.
 
Assim como já foi colocado em prática nos Zonais este ano, as séries serão compostas de duas partidas de simples, uma de duplas e mais duas de simples, todas disputadas em melhor de três sets. O vencedor garantirá uma vaga entre os 18 países na fase final da competição, enquanto o perdedor disputará o respectivo zonal. 
 
Ao todo, serão 12 confrontos na fase qualificatória. Os 12 ganhadores se juntarão aos quatro semifinalistas do Grupo Mundial em 2018 (França, Croácia, Estados Unidos e Espanha), e a Argentina e Grã-Bretanha, que receberam wild card para fase final da competição, que será disputada em sede única em novembro de 2019.
 
“A Bélgica é uma grande equipe. A última vez que nós jogamos contra eles foi fora de casa, em setembro de 2016. Eles dominaram o confronto, mas eu entendo que é um novo momento, um novo formato, será melhor de três sets em dois dias. Nossos duplistas estão em um grande momento. E jogar em casa, decidindo as condições e contando com o apoio do público, é um fator muito positivo e pode ser um diferencial grande para buscar essa vitória”, avaliou Westrupp.
 
“Também tem toda a motivação pela oportunidade de jogar a fase final em novembro, se ganharmos o confronto. A CBT está preparada para montar a melhor estrutura, para que os nossos jogadores só se preocupem em jogar e tentar ganhar. Logicamente, vamos jogar contra uma grande equipe, mas contamos que o fator casa possa ser um diferencial para termos a revanche desse último confronto de 2016”, ressaltou.
 
 
 
 

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