Melo pode ser número 1 do mundo no ranking individual de duplas

Ao lado do parceiro, o polonês Lukasz Kubot, Melo disputa essa semana o Masters 1000 da Itália e deve estrear na quarta-feira / Foto: DivulgaçãoAo lado do parceiro, o polonês Lukasz Kubot, Melo disputa essa semana o Masters 1000 da Itália e deve estrear na quarta-feira / Foto: Divulgação

Roma - O mineiro Marcelo Melo tem muito para comemorar após a conquista do Mutua Madrid Open, no domingo (14). Com o título do torneio, ao lado do parceiro polonês Lukasz Kubot, Melo subiu para o terceiro lugar no ranking individual de duplas.
 
Além disso, Melo e Kubot assumiram a liderança no ranking ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals, no encerramento da temporada. Agora, Melo e Kubot se preparam para a disputa do Internazionali BNL D´Italia, o Masters 1000 de Roma, esta semana. E um bom resultado na competição pode garantir a Melo a liderança, também, no ranking individual. 
 
A terceira posição de Melo foi confirmada no ranking divulgado nesta segunda-feira pela ATP, sendo o brasileiro mais bem colocado do mundo. Mais do que isso, está muito próximo do vice. Com o título em Madri, Melo somou 7.430 pontos e ficou a apenas 150 pontos do australiano John Peers. O atual líder é o finlandês Henri Kontinen, com 7.810. Em Roma, Melo vai em busca da liderança. Kubot é o atual nono do ranking.
 
Campeões na Espanha, Melo e Kubot passaram a somar 3.140 pontos no ATP Doubles Team Race to London, superando o finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers, com 2.900. Um dos objetivos da parceria é justamente aproveitar competições na Europa para somar pontos que garantam a participação no ATP Finals.
 
Quarto título da dupla - Desde que passaram a jogar juntos, no início deste ano, Melo e Kubot já conquistaram dois títulos de ATP 1000 - em Miami e em Madri - e um vice-campeonato - em Indian Wells. Em Madri, derrotaram na final os franceses Nicolas Mahut e Edouard Roger-Vasselin por 7/5 e 6/3. Os dois já tinham conquistado outros dois torneios juntos, o ATP 500, de Viena (Áustria), em 2015 e 2016.
 
"Estamos muito felizes com nossa atuação em Madri e esperamos poder repetir isso agora em Roma, buscando mais um título. Temos dois dias para descansar e treinar, antes da estreia, e a expectativa é a melhor possível", observa Marcelo, que tem o patrocínio de Centauro, BMG e Itambé, com apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT). 
 
Melo e Kubot jogam na Itália como cabeças de chave número 5 e são bye na primeira rodada, estreando já nas oitavas de final. A partida deve ser programada para esta quarta-feira (17), diante do romeno Florin Mergea e do paquistanês Aisam Qureshi, que venceram nesta segunda-feira (15) o alemão Tommy Haas e Max Mirnyi, da Bielorússia, por 2 sets a 0 (6/4 e 6/2).
 
Caso confirmem o favoritismo no torneio, Melo e Kubot poderão cruzar com os cabeças de chave número 1 em Roma, o finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers, nas quartas de final. E também ter como adversários, em uma eventual semifinal, o brasileiro Bruno Soares e seu parceiro britânico Jamie Murray - cabeças de chave 3. 
 
A dupla Melo e Kubot iniciou por Madri uma gira europeia. Após disputar nesta semana o Masters 1000 de Roma, estará em Roland Garros, no Torneio do Queens e em Wimbledon. 
 
Melhor duplista do Brasil - Marcelo Melo é o brasileiro com mais títulos de Masters 1000 na carreira. Em Madri chegou ao sétimo, depois de ganhar Shangai (2013 e 2015), Paris (2015), Toronto (2016), Cincinnati (2016) e Miami (2017), e soma agora 24 títulos de ATP. É também o tenista nacional com maior quantidade de vitórias em duplas na ATP e o único a chegar ao número um do ranking mundial, em novembro de 2015, ficando 19 semanas na liderança. Naquele ano foi campeão de Roland Garros, ao lado do croata Ivan Dodig.
 

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