2ª etapa do Nossolar apresenta Hang Loose Surf Attack terá atletas de 6 estados

Cauã Costa / Foto: Munir El HageCauã Costa / Foto: Munir El Hage

São Paulo - O campeonato é para definir os campeões paulistas da nova geração, mas o status é quase de um brasileiro, diante de tantos talentos de outras partes do litoral, inclusive do Sul e do Nordeste, que estão na lista de inscritos.
 
A 2ª etapa do Nossolar apresenta Hang Loose Surf Attack 2017 terá surfistas de, pelo menos, seis estados nas ondas da Praia de Maresias, em São Sebastião, nestes sábado e domingo (22 e 23).
 
Nomes que estão despontando no País competem atraídos pelo alto nível técnico do Circuito. Tanto que dois dos cinco líderes são de fora de São Paulo. É o caso do cearense Cauã Costa, que venceu a etapa inicial, em Ubatuba, na categoria iniciante (sub14). “Sempre foi um sonho competir no Hang Loose. Eu via pela internet e queria participar”, revelou o surfista de Icaraí, após a vitória.
 
É assim há mais de duas décadas. Surfistas de Santa Catarina e Rio de Janeiro já têm uma longa história no campeonato, inclusive, na galeria de títulos.Dos exemplos, está Raoni Monteiro, de Saquarema, que no início de sua carreira, sempre competiu no litoral paulista. Entre os catarinenses, alguns nomes fizeram história, como Andreas Eduardo, Marco Polo, Alejo Muniz e mais recentemente Mateus Herdy e Lucas Vicente.
 
Agora, o estado é muito bem representado com nomes de ponta como Léo Casal, que na etapa de abertura foi o único atleta a chegar em duas finais - terceiro na iniciante e quarto na mirim (no máximo 16 anos), Wallace Vasco, vitorioso na júnior, Leonardo Mendes, quarto na mesma final, e Takeshi Oyama, terceiro na estreante (sub12), onde é o campeão de seu estado.
 
“Competir em São Paulo é sempre importante, porque tem um nível muito forte. É bom para melhorar, estar sempre entre os melhores”, afirma Léo Casal. “É o campeonato que todo mundo quer ganhar. Eu sempre sonhei em vencer e estou treinando muito para ser campeão do ranking”, destaca Wallace.
 
O Rio de Janeiro também está muito bem representado com Daniel Templar, atual líder isolado do ranking brasileiro mirim, Sunny Pires e Pedro Henrique. O Paraná conta com Anuar Chiah e Ryan Coelho (que atualmente mora em Maresias e competirá “em casa”) e a Bahia com Jerônimo Barros e Taiwan Chan. “A participação de atletas de outros estados é importante para esse intercâmbio e até incentivo, porque competem os melhores do País”, afirma o presidente da Federação Paulista de Surf, Silvio da Silva, o Silvério, que junto com Marcos Bukão, está na organização do Circuito desde a sua criação, em 1988.
 
A competição terá transmissão ao vivo pela internet, para quem não puder acompanhar direto da praia, acessando o link www.hangloose.com.br/surfattack2017, com imagens das ondas surfadas, som direto da locução, notas dos juízes e a possibilidade de interação, com envio de mensagens de texto. Na areia, os competidores contam com várias diversões nas tendas ao lado do palanque, incluindo ping pong, pebolim, brincadeiras como cabo-de-guerra e gincanas, com distribuição de brindes.
 
 

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