Paulo Wanderley: "tenho convicção de que vamos superar esse momento difícil"

Comprometimento / Foto: Rafael Bello/COBComprometimento / Foto: Rafael Bello/COB

Rio de Janeiro - Em sua primeira entrevista coletiva à frente do Comitê Olímpico do Brasil, Paulo Wanderley Teixeira afirmou que todos na entidade estão empenhados em levantar a suspensão determinada pelo Comitê Olímpico Internacional, preservar as condições de treinamento dos atletas de alto rendimento do Brasil e aproximar os agentes organizados do esporte através do diálogo.
 
Acompanhe aqui os principais trechos da entrevista:
 
Momento do esporte - “Estamos passando por um momento difícil, e que requer muito trabalho. E, com a ajuda de todos os agentes envolvidos diretamente no esporte de alto rendimento, vamos conseguir superar essa situação. Tenho convicção de que vamos superar esse momento difícil do esporte brasileiro com muito trabalho e participação dos segmentos organizados que lidam diretamente com o esporte”.
 
Suspensão pelo COI - “Dentro desse esforço, estamos trabalhando intensamente para levantar a suspensão imposta pelo COI, mostrando que estamos comprometidos em trabalhar com ainda mais transparência, governança e compliance neste ciclo”.
 
Apoio aos atletas - “O COB, em sua atividade fim, que é o esporte, não foi abalado. Todos os projetos da entidade em andamento, e futuros, permanecem inalterados. Temos equipes viajando e conquistando medalhas. O esporte não parou de funcionar. Vamos continuar a dar a melhor assistência possível à nossa principal clientela, que são os atletas. O COB existe por causa dos atletas, e é para eles que vamos seguir trabalhando. A função principal do COB é o esporte, que está funcionando bem”.
 
O trabalho do COB - “Eu ainda estou lendo o manual de instruções do COB. Desde que assumi como vice, no dia 10 de abril de 2017, eu estou me reunindo com todas as áreas do COB para saber como funcionam. Confesso que, como presidente de Confederação por 16 anos, eu me surpreendi comas ações do grupo de trabalho do Comitê Olímpico. A parte esportiva, liderada pelo Agberto Guimarães, faz um trabalho excepcional. O Instituto Olímpico Brasileiro faz um trabalho de transferência de conhecimento fantástico. Eu só estou tendo esse tipo de conhecimento a partir do momento que cheguei ao COB”.
 
Experiência no judô - “Em 2001 assumi a CBJ com total falta de credibilidade, falta de patrocínios e atletas em guerra com a entidade. Posso afirmar com muito orgulho que o judô deu a volta por cima. Então, se existem problemas, vamos trabalhar para saná-los”.
 
Sobre Nuzman - “Esportivamente, nenhum outro dirigente conseguirá realizar o que Nuzman fez no Brasil. Jogos Sul-americanos, Pan, Jogos Olímpicos, Lei Agnelo/Piva, leis de incentivo, Instituto Olímpico Brasileiro... os Jogos Olímpicos foram um sucesso absoluto”.
 
Perfil de trabalho - “Meu perfil é do diálogo. Pretendo aumentar ainda mais essa minha caraterística como presidente do COB. Quero maior aproximação do COB com os atletas, treinadores, clubes, Ministério do Esporte, Confederações, federações Internacionais, Comitê Olímpico Internacional, entidades representantes dos atletas, Comissão de Esportes da Câmara e com todo o segmento esportivo organizado do país. Essa será a marca da minha gestão à frente do COB”.
 
Sobre o futuro - “Quero dar segurança a todos de que as coisas serão corretas. Aqui se delega, mas se fiscaliza. É a única possibilidade que tenho. É na governança, na confiabilidade e no respeito que farei meu trabalho”. 
 
 

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