Atletas aprovam diálogo com as entidades

Cerca de 30 atletas estiveram na sede do COB para encontro com Confederações / Foto: Rafael Bello/COBCerca de 30 atletas estiveram na sede do COB para encontro com Confederações / Foto: Rafael Bello/COB

Rio de Janeiro - Se depender dos atletas, a iniciativa de participar de uma reunião com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e as Confederações Olímpicas do Brasil para promover a troca de ideias será repetida mais vezes. Ao longo do encontro realizado nesta quinta-feira, dia 4, atletas de diferentes modalidades pediram a palavra e dividiram questões que afetam a todos. 
 
Rafaela Silva, judoca campeã olímpica nos Jogos Rio 2016, esteve presente e aprovou a experiência. “Gostei bastante. É uma oportunidade para falarmos sobre a nossa rotina e qualquer tipo de problemas para esse ciclo que possa ter”, disse a atleta carioca. “O judô já tem uma Comissão de Atletas que nos escuta bastante. Qualquer problema que a gente tenha, levamos à Comissão e eles levam à direção da Confederação”, disse a judoca.
 
Campeã olímpica no salto em distância em Pequim 2008, Maurren Maggi considerou a iniciativa uma das melhores do COB. “Foi uma iniciativa sensacional onde todos os presidentes de Confederações e os melhores atletas de cada modalidade puderam se expressar e discutir”, disse a saltadora.
 
Representante do Time Brasil nos Jogos Rio 2016 no wrestling, Joice Silva destacou a importância do encontro. “Fiquei muito feliz com essa iniciativa, acho que foi muito proveitoso e espero que aconteça mais vezes. Essa proposta é perfeita para estreitar a distância entre COB, atletas e Confederações. Ouvir mais as sugestões é bom até porque o objetivo é comum. Acho que isso vai aproximar e ajudar a resolver os problemas. Cada Confederação tem sua questão, mas ela pode ser a mesma de outra. Gostei muito, estou muito satisfeita e saindo daqui bem feliz”, afirmou a lutadora.
 
Um dos expoentes da nova geração do tiro com arco, o jovem arqueiro Marcus Vinícius D´Almeida saiu satisfeito por conhecer um pouco mais como funciona uma Confederação. “Acho que foi muito importante. Foi bom terem explicado para a gente todo o sistema, porque é difícil você estar introduzido em um sistema e não o entender. É muito melhor saber como é que funciona. Os atletas estão sendo escutados. Isso é importante e um incentivo para a gente em todos os sentidos, até para melhorar o treino”, afirmou Marcus Vinícius.
 
Isabel Swan, integrante da Comissão de Atletas do COB e da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), reforçou a importância do atleta se envolver, mas também de entender o meio em que vive. “O atleta se envolver é fundamental, mas ele também precisa conhecer melhor a sua Confederação e Federação para realmente poder participar e contribuir. O atleta vive muita coisa e pode passar isso para a Confederação. Tive três campanhas olímpicas, algumas com apoio e outras sem, e acredito que posso contribuir muito, assim como todos que estão aqui. Essa voz é importante, principalmente entendendo e integrado com a Confederação. Não adianta só criticar, tem que entender como funciona”, disse. 
 

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