Com um balanço positivo, Pinheiros encerra o ano com foco em 2020

Arnaldo Pereira (Dir. de Esportes ECP), Marcelo Freitas (COB), Carlos Alberto Cavalheiro (COB), Claudio Castilho (Ger. de Esportes ECP) / Foto: Divulgação PinheirosArnaldo Pereira (Dir. de Esportes ECP), Marcelo Freitas (COB), Carlos Alberto Cavalheiro (COB), Claudio Castilho (Ger. de Esportes ECP) / Foto: Divulgação Pinheiros

São Paulo - Consolidando-se ainda mais como clube formador e um dos principais fornecedores de atletas para as delegações brasileiras em grandes competições, o Esporte Clube Pinheiros encerra 2016 com saldo positivo.
 
O clube que levou 64 atletas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, trouxe para casa duas medalhas de bronze, sendo uma inédita na Ginástica Artística, com Arthur Nory e outra no Judô com Rafael Silva, que foi a segunda da carreira do judoca. Com as duas novas conquistas, agora o clube conta com 12 medalhas olímpicas. 
 
Além das medalhas, o Pinheiros marcou presença em outras finais com alguns atletas ficando entre as cinco primeiras posições e outros conquistando marcas pessoais, recordes e índice olímpicos. E após todas estas conquistas obtidas, mesmo o ano ainda não tendo acabado efetivamente, o planejamento para o novo ciclo já começou a ser traçado.
 
“O desafio do clube Pinheiros para Tóquio é muito grande. Nós tivemos neste último ciclo cinco atletas que se colocaram entre 4º e 5º lugar nos Jogos Olímpicos e nós vamos buscar transformar estas colocações, em medalhas”, declara o Diretor de Esportes Olímpicos e Formação, do Esporte Clube Pinheiros, Arnaldo Luiz de Queiroz Pereira.
 
Visando os Jogos de Tóquio em 2020, o clube foi a primeira instituição a ter a iniciativa de procurar grandes entidades esportivas, com a finalidade de unir esforços em prol de um melhor aproveitamento e preparação dos atletas durante os próximos quatro anos.
 
“Não adianta nós pegarmos um recurso do Clube, um recurso das Forças armadas, um recurso das Confederações e outro do Ministério e colocar todos no mesmo lugar. Temos que unificar os cadastros, acertar os radares e ver quem faz o que, acertar as agendar para que não fique nada em duplicidade. No ano de ressaca nós temos que otimizar os recursos e esta abertura que nós estamos tendo a iniciativa de fazer, com certeza vai ajudar muito neste intercâmbio”, completa o Diretor pinheirense.  
 
O clube que tem entre sua rotina de trabalho, reunir-se uma vez por mês com representantes do corpo técnico das suas 16 modalidades olímpicas, para compartilhar os resultados de trabalho e planejar os próximos passos, contou com presenças ilustres em seu último encontro do ano. O Secretário Nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Luiz Lima, o Presidente da CBRu - Confederação Nacional de Rugby, Sami Arap Sobrinho, além dos representantes do COB – Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Alberto Cavalheiro e Marcelo Freitas, estiveram presentes na ocasião.
 
Ex-atleta da natação e atualmente Secretario do Alto Rendimento, Luiz Lima aproveitou o encontro para contar um pouco de sua história aos treinadores presentes no local, narrando a sua trajetória até assumir a Secretária.
 
“Não fiz curso de gestão e administração na minha vida, sou formado em educação física. Mas tem uma coisa que eu disse em um evento para confederações, que eu acredito muito: nós temos que saber ouvir os nossos clientes, que são nossos atletas. Muito deles tem problemas que vão além do esporte e cabe a nós professores, que acabamos sendo um pouco psicólogos também, ajudarmos. Fui convidado para ser secretário e foi um convite que me deixou bastante surpreso, mas é isso que eu estou levando para o ministério: a atenção, o carinho, é ouvir e aprender e principalmente, eu faço questão de estar cercado por pessoas que são melhores do que eu”, afirma Luiz Lima.
 
Representando o Comitê Olímpico Brasileiro, Marcelo Freitas também aproveitou a oportunidade para dar seu parecer durante a reunião.
 
“Essa aproximação do COB junto a preparação dos atletas, é uma coisa nova até para o Comitê. Alguns atletas que são mais antigos até devem se lembrar de como era antes, na Olímpiada era só ir lá e receber uma camiseta e a passagem na véspera da viagem e nada mais. Nos últimos cinco, sete anos na verdade é que foi se estabelecendo um procedimento maior de relação, de entendimento de que forma o COB poderia interagir junto “a ponta”, que é o atleta, o técnico, o clube”, comenta Marcelo.
 
O representante do COB também acredita que a ideia de unir esforços seja um bom ponto de partida para começar o planejamento do novo ciclo olímpico.
 
“Esta experiência que nós tivemos em 2016, não tem volta e a ideia é que isso permaneça, apesar de todos os percalços. Nós estamos vivendo este primeiro “aprouch” aqui com o Pinheiros e a nossa intenção é continuar tentando oferecer um suporte. Para isso essa troca de informações é necessária, para criarmos uma matriz de responsabilidades, entender quais são as oportunidades, onde estão os “gaps” que podem ser acertados, para tentarmos não as vésperas de um evento traçarmos o objetivo, mas sim pensar competição a competição até chegarmos no objetivo maior, que é exatamente a performance, o desempenho em 2020, em Tóquio”, ele finaliza.
 

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