Diego Hypolito, Edênia Garcia e Marílson dos Santos visitam Fundação Salvador Arena

Atletas ressaltaram a importância do incentivo à prática do esporte como forma de inclusão social e qualidade de vida e acompanharam a cerimônia de abertura das Olimpíadas do Colégio Termomecanica / Foto: DivulgaçãoAtletas ressaltaram a importância do incentivo à prática do esporte como forma de inclusão social e qualidade de vida e acompanharam a cerimônia de abertura das Olimpíadas do Colégio Termomecanica / Foto: Divulgação

São Paulo - O ginasta medalhista olímpico Diego Hypolito, a nadadora tricampeã paralímpica Edênia Garcia e o maratonista e recordista sul-americano Marílson dos Santos, participaram da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Colégio Termomecanica e ressaltaram a importância do incentivo à prática do esporte como forma de inclusão social.
 
O evento que reuniu estudantes da educação básica foi realizado na última segunda-feira, 10 de outubro, no Centro Educacional da Fundação Salvador Arena - CEFSA, em São Bernardo do Campo, região da Grande São Paulo.
 
As Olimpíadas do Colégio Termomecanica, escola totalmente gratuita mantida pela Fundação Salvador Arena, são competições esportivas internas entre alunos da educação infantil, ensino fundamental e ensino médio (de 5 a 17 anos). Criado para comemorar o Mês das Crianças e homenagear o ano dos Jogos Olímpicos no Brasil, o evento tem como objetivo estimular a prática de atividades esportivas e socializar os alunos por meio dos jogos coletivos. A competição, que inclui futebol, vôlei, ginástica artística, atletismo e baseball, acontece até o dia 28 de outubro.
 
“No caminho do esporte eu também priorizei o meu estudo. O esporte nos faz sentir vitoriosos, nos estimula a correr atrás dos nossos sonhos, contribui com a nossa formação de opinião e com o trabalho em equipe, por isso é importante que ele esteja presente na vida dos estudantes. Fico contente em ser exemplo, pois a minha trajetória é semelhante à dos alunos da Fundação Salvador Arena”, disse Hypolito.
 
Para Edênia Garcia, que nasceu com polineuropatia sensitiva motora, doença progressiva que trouxe dificuldades de movimento nas pernas e nos braços, e foi a primeira mulher brasileira a conquistar o título de tricampeã mundial paralímpica, esporte e educação são ferramentas para a construção de um mundo menos desigual. “No meu tempo de escola, eu sempre ficava de fora das atividades físicas porque não havia acessibilidade e assistência para pessoas com algum tipo de deficiência. Fico feliz com as iniciativas do Centro Educacional da Fundação Salvador Arena e agradecida pelo convite, pois foi uma oportunidade de mostrar que todos podem”, disse Garcia.
 
“A vida é uma competição, nós ganhamos, perdemos e enfrentamos uma série de obstáculos todos os dias. Nesse sentido, o esporte também educa, nos traz responsabilidades, disciplina e amadurecimento, além de qualidade de vida. Os primeiros passos precisam ter o apoio da escola e da família”, ressaltou Marílson dos Santos, um dos principais maratonistas do Brasil.
 

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