Ricardo Aguiar lidera Seleção de caratê rumo a Tóquio 2020

Ribeirão-pretano é anunciado como coordenador técnico geral neste primeiro ciclo olímpico da modalidade / Foto: Geraldo de Paula Fotografia/CBK Ribeirão-pretano é anunciado como coordenador técnico geral neste primeiro ciclo olímpico da modalidade / Foto: Geraldo de Paula Fotografia/CBK

São Paulo - Em pouco mais de três anos, o caratê brasileiro terá pela frente o maior desafio de sua história: A Olimpíada de Tóquio. É a primeira vez que o esporte fará parte do programa olímpico, justo no país onde foi criado.
 
E um ribeirão-pretano será o responsável por liderar a Seleção Brasileira durante todo este período, treinando e guiando os atletas às medalhas no Japão.
 
Na última semana, a Confederação Brasileira da Karatê (CBK) anunciou oficialmente a comissão técnica que irá comandar os selecionados durante o ciclo olímpico, com a manutenção de Ricardo Aguiar como Coordenador técnico geral da Seleção por mais quatro anos. Ele também será o Coordenador técnico do Kumitê adulto masculino e técnico da base masculina.
 
“É uma renovação para mais quatro anos e agora tudo aquilo que foi feito anteriormente de positivo terá continuidade”, comenta Aguiar.
 
O Coordenador técnico ainda enfatiza que a partir de agora, o foco é a Olimpíada. “É o primeiro ciclo olímpico do caratê e devemos ter bastante atenção ao planejamento e a estratégia. A aplicabilidade do projeto para os próximos quatro anos prevê uma manutenção do que já foi feito positivamente e o reajuste dos erros cometidos. Tem que ser tudo muito bem arquitetado, para que não se perca nada no caminho e juntos vamos tentar atingir o objetivo principal que é chegar a Olimpíada com chances de medalha”.
 
O caratê brasileiro obteve grandes conquistas nos últimos anos, como o título por equipes nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em 2015, além de estar atualmente na quarta posição no ranking mundial, atrás apenas de Japão, França e Turquia.
 
E os desafios continuam no primeiro ciclo olímpico da modalidade, com a disputa da Premier League, os torneios sul-americano e pan-americano, além do Mundial da modalidade, culminando com a disputa dos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019.
 
"Eu vejo o caratê brasileiro em um momento extremamente positivo, porém nós sabemos da responsabilidade de mantê-lo, o que é um desafio maior ainda do que já superamos nos primeiros quatro anos”, comenta Aguiar.
 
Caratê olímpico - Em agosto de 2016, o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Tomas Bach anunciou durante um congresso da entidade no Rio de Janeiro que o caratê se tornaria uma modalidade olímpica a partir de 2020, junto do surfe, escalada, softball e skate.
 
A inclusão dos cinco esportes faz parte do pacote de reformas iniciadas em dezembro de 2014. A ideia é que os anfitriões dos Jogos tenham a chance de trazer ao ambiente olímpico esportes que sejam mais populares em seus países, com intenção de aumentar a audiência e atrair potenciais patrocinadores. 
 

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