Caratê do Brasil entra no Top Five do ranking mundial

Técnico Ricardo Aguiar comemora evolução; Em 4 anos, Seleção ganhou 21 posições e colecionou conquistas / Foto: Geraldo de PaulaTécnico Ricardo Aguiar comemora evolução; Em 4 anos, Seleção ganhou 21 posições e colecionou conquistas / Foto: Geraldo de Paula

São Paulo - O ano de 2016 foi marcante para o caratê mundial e para o brasileiro também. Além de comemorar o ingresso da modalidade no calendário olímpico, a equipe nacional fecha a temporada com a quarta colocação no ranking mundial da WKF (World Karate Federation). Em quatro anos, quando uma nova gestão assumiu a CBK (Confederação Brasileira de Karate), a Seleção acumulou conquistas e ganhou 21 posições na classificação.
 
“Quando assumimos, sabíamos das dificuldades pois é difícil competir com países da Europa que tem uma maior regularidade de participações em competições mundiais. Como uma país da América do Sul, é difícil competir em igualdade pelas dificuldades financeiras também. As viagens são longas e caras. É uma surpresa e uma satisfação muito grande pra nós”, comemorou o técnico Ricardo Aguiar. 
 
O ranking da WKF considera os eventos Pan-Americanos, Premier League e Mundiais das categorias Cadete, Junior, Sub-21 e Sênior. "Parabenizamos todos os atletas, professores, pais e responsáveis, patrocinadores, árbitros, técnicos, dirigentes e Federações Estaduais por mais essa conquista do nosso esporte”, destacou William Cardoso, diretor-técnico da CBK.
 
O Japão lidera o ranking mundial, seguido da França e Turquia, segundo e terceiro colocados, respectivamente. Logo atrás do Brasil, em quinto, está a Venezuela, outra país com tradição no caratê. 
 
“Nós tínhamos uma ideia em chegar aos 10 primeiros do mundo, o que já seria algo muito bom pra nós. Chegar no Top 5 é motivo de muito orgulho e fruto de muito trabalho e dedicação de todos. Só tenho que agradecer a todos os profissionais envolvidos. Poucos aparecem, mas são muitos os responsáveis por esse bom momento nosso”, complementou Aguiar.
 
Rumo a Tóquio 2020 - Iniciando o primeiro ciclo olímpico do caratê do Brasil a partir de 2017, a meta é a manutenção entre os cinco melhores países do mundo no esporte. “Esperamos um investimento maior agora por sermos olímpicos. Porém, sabemos da realidade de outros países que também terão maiores investimentos. A perspectiva é que cresça o nível dos competidores e aumente a nossa dificuldade de permanecer entre os cinco melhores do mundo”, comentou Ricardo Aguiar, que assumiu o comando da Seleção em 2013.
 
 

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