Bobsled fecha treino na pista olímpica de PyeongChang na Copa do Mundo

Edson Bindilatti, Edson Martins e Erick Vianna acham positiva a preparação na estrutura dos Jogos de Inverno de 2018; Copa do Mundo encerra calendário 2016/2017 / Foto: Osvaldo F./ContrapéEdson Bindilatti, Edson Martins e Erick Vianna acham positiva a preparação na estrutura dos Jogos de Inverno de 2018; Copa do Mundo encerra calendário 2016/2017 / Foto: Osvaldo F./Contrapé

Coreia do Sul - A seleção brasileira de bobsled está entre os times que participam do primeiro período de treinamento no novo Alpensia Sliding Center, em PyeongChang, na Coreia do Sul. A pista de 1.376 m e uma queda vertical de cerca de 116 m será o palco do bobsled nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018.
 
Com Edson Bindilatti, piloto, Edson Martins e Erick Vianna, pusher e breakmen, a seleção brasileira encerra a etapa de preparação na Coreia com a disputa da oitava etapa da Copa do Mundo de 2016/2017 no trenó de dois, sábado (18/3/2017), às 6 horas de Brasília (18 horas da Coreia do Sul). 
 
A pista da PyeongChang, assim como a de Nagano (JPN), é a segunda de gelo artificial na Ásia. O Brasil, que está treinando na Coreia há 15 dias, fará outro período internacional de treinamento em PyeongChang entre 23 e 29 de outubro. A seleção treinará, com seus integrantes dos trenós de quatro e de dois, em abril, maio e junho no Brasil, e em julho, agosto e setembro na Inglaterra e na Alemanha. "Vamos trabalhar na Ice House, na Alemanha, e participar do Mundial de Pushing (a empurrada, na largada da prova)", informa Edson Bindilatti.
 
Depois de duas semanas de treinamentos intensos em PyeongChang, o piloto Edson Bindilatti disse que foi possível conhecer bem a pista. "Descemos todos os dias, tirando dois dias de folga. E estamos tentando descobrir algumas linhas. A pista não é difícil, mas requer cuidados porque com qualquer bobeira, principalmente no início do percurso, você perde muito tempo e, consequentemente velocidade, no resultado final quando fecha lá embaixo", afirmou Bindilatti. 
 
O piloto brasileiro explicou que a pista pede um início de prova bem veloz - quando os atletas empurram o carrinho para iniciar a descida. "Algumas posições e até mesmo medalhas vão ser decididas no pushing. Sabemos que o trabalho terá de visar o aperfeiçoamento do pushing e o trabalho de força nos atletas... temos de ganhar peso, ficar mais fortes", avaliou Bindilatti.
 
Os brasileiros observaram que muito times estão errando no final da curva 2 - os trenós estão saindo na curva e batendo na parede. "Perde-se tempo com isso." Do meio da prova para a frente, a pista é rápida. "Ela apresenta dificuldades na transição entre as curvas 9 e 12 - a 10 e a 11 formam uma chicane, uma reta quebrada. O trenós, antes de entrarem na curva 12, acabam sendo jogados para a parede da esquerda e, de novo, isso acarreta perda de tempo. Todo mundo tentando achar a linha correta". 
 
A estrutura, com áreas amplas e cobertas para os trenós e o aquecimento dos atletas, foi aprovada. "Pode estar nevando lá fora e não vai atrapalhar. Tem coisas ainda sendo construídas ao redor do centro de bobsled. Acho que vai ficar bem bacana para os Jogos Olímpicos", completa Bindilatti. 
 
A equipe de bobsled é formada por Edson Bindilatti, Odirlei Pessoni, Edson Martins, Denis Parreira, Erick Vianna e Rafael Souza. As técnicas são Joanne Nanning e Nicola Minichiello, da Grã-Bretanha.
 

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