Copa NESCAU Jovem Pan reúne 5 mil alunos em dois meses de disputa

Competição multi-sede das Américas anunciou o resultado final, com o brasileiro na primeira posição / Foto: ReproduçãoCompetição multi-sede das Américas anunciou o resultado final, com o brasileiro na primeira posição / Foto: ReproduçãoSão Paulo -  “O esporte promove a inclusão social, porque é um ambiente de formação pessoal e de convivência... tem impacto no pensamento, na conduta, nas relações, na forma como as pessoas se comunicam e se colocam no mundo”.

A frase é de Ana Moser, medalhista olímpica e criadora do Instituto Esporte Educação. Não por acaso, ela é uma das parceiras da Copa NESCAU® Jovem Pan, competição que reuniu cerca de 5 mil alunos da rede pública, privada, ONGs e associações, clubes e demais instituições em dois meses na capital paulista. Apenas nas finais do esportes coletivos e atletismo foram 2 mil crianças e jovens praticando atividade física no complexo do Pacaembu, nos dias 11 e 12 de novembro.

O elevado número de participantes faz da Copa NESCAU® Jovem Pan uma das maiores competições poliesportivas gratuitas do Brasil. Cumprindo o objetivo de incentivar a prática esportiva escolar, reuniu atletas de 10 a 14 anos em cinco modalidades: os tradicionais Futsal, Vôlei, Basquete, Handebol e a novidade deste ano, o atletismo - com corrida de velocidade e corrida de revezamento mista – com equipes compostas por meninos e meninas. Para 2018, o evento vai ser ampliado, além de trazer novidades. “Já começamos a preparar a próxima edição. Queremos mais crianças e mais esporte para todos, porque sabemos o quanto o esporte ensina”, afirma Rodrigo Lopes, gerente de marketing de bebidas da Nestlé.

A edição 2017 da Copa NESCAU® Jovem Pan levantou a bandeira da inclusão, filosofia que será mantida para os próximos eventos. Um exemplo foi a partida exibição entre Vôlei Nestlé e seleção brasileira de vôlei sentado, na abertura do torneio. As crianças que acompanharam a festa de abertura também foram para a quadra vivenciar a prática da modalidade paralímpica. Tanto a adesão como a receptividade apontam para um futuro promissor, pois esse foi o embrião para incluir o esporte adaptado para a Copa NESCAU® Jovem Pan nos próximos anos. “É gratificante ver como o esporte pode agregar. Nossa missão é ajudar a formar uma geração de crianças mais confiante e inclusiva”, enfatiza Abner Bezerra, gerente de marketing de NESCAU.

Milhares de crianças e famílias impactadas - A adesão na final da Copa NESCAU® Jovem Pan, em dois dias de competição, impressiona. A disputa por medalhas no esportes coletivos reuniu 573 crianças e jovens, sendo 297 meninos e 276 meninas. No atletismo, que inovou ao incluir provas mistas de revezamento, fora, 1.482 jovens atletas (933 no masculino e 549 no feminino). Com isso, o Pacaembu recebeu 2.055 estudantes que se conectaram por meio do esporte.

Ao longo das disputas dos esportes coletivos, 390 partidas foram disputadas. Além dos atletas, amigos e familiares estiveram envolvidos na Copa NESCAU® Jovem Pan. A prova é a quantidade de público, que chegou a cerca de 15 mil em dois meses de disputa. Somente nas finais, no Pacaembu as arquibancadas receberam perto de 7 mil espectadores.

Entre esses jovens estavam Marcio Veríssimo e Fernanda Pereira, os “Capitães sem braçadeira” da Copa Nescau. Os dois se destacaram não apenas pelo desempenho esportivo, mas em função de serem exemplos de conduta e espírito esportivo entre os colegas. Jogador de vôlei do Colégio Estadual Almirante Custodio, Marcio participou de todas as modalidades esportivas do colégio e demonstrou maturidade tanto dentro quanto fora de quadra. Fernanda Pereira também joga vôlei, mas para a EMEF Coelho Neto. Assumiu com naturalidade responsabilidades de liderança, sendo um modelo para as mais novas tanto no ambiente esportivo como escolar.

Como reconhecimento, além de premiação especial, a dupla participou do Desafio de habilidades integrando as equipes de Falcão, craque do futsal e eleito quatro vezes o melhor do mundo, e Bia, central do Vôlei Nestlé e da Seleção Brasileira. No torneio, levado na base da brincadeira e bom humor, com disputas que mesclaram chutes, saques e toques, melhor para Fernanda, que integrou o time Bia e comemorou o título.

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