Revezamentos 4x100 m e 4x400 m buscam vaga na final do Mundial

Velocistas Vitória Rosa, Alexander Russo e Hugo Balduíno, comandados pelos técnicos Katsuhico Nakaya e Evandro Lázari, todos da B3 Atletismo, disputam eliminatórias neste sábado (12/8/2017), penúltimo dia de provas / Foto: Osvaldo F./B3 AtletismoVelocistas Vitória Rosa, Alexander Russo e Hugo Balduíno, comandados pelos técnicos Katsuhico Nakaya e Evandro Lázari, todos da B3 Atletismo, disputam eliminatórias neste sábado (12/8/2017), penúltimo dia de provas / Foto: Osvaldo F./B3 Atletismo

Londres - Três velocistas da B3 Atletismo - Vitória Rosa, Alexander Russo e Hugo Balduíno - entram na pista do Estádio Rainha Elizabeth II neste sábado (12/8/2017), penúltimo dia de competições do Mundial de Londres, para as eliminatórias dos revezamentos 4x100 m e 4x400 m. As duas equipes são lideradas por Katsuhico Nakaya e Evandro Lázari, que também são técnicos das provas de velocidade da B3.
 
O 4x100 m feminino é o primeiro a buscar uma vaga na final. O Brasil está na segunda série, que começa às 6h44 (de Brasília), dividindo as raias com Trinidad e Tobago, Bahamas, Ucrânia, Jamaica, Alemanha, China e Casaquistão. A equipe será formada por Franciela Krasucki, Ana Cláudia Lemos, Vitória Rosa - semifinalista dos 200 m - e Rosângela Santos.
 
"Conseguimos cumprir todo o treinamento para ter uma boa participação no Mundial e as meninas estão bem. Agora é ir à luta. Eu acredito que podemos ir para a final e, lá, tudo é possível", disse Nakaya. Para ir à briga por medalhas, que será no próprio sábado, às 17h30, as brasileiras precisam ficar entre as três melhores da série ou se colocar entre as duas equipes de melhor tempo (fora as seis classificadas por posição).
 
O revezamento 4x400 m masculino também está na segunda bateria, marcada para as 8h01. A equipe brasileira terá como rivais as seleções de Japão, Bélgica, França, Grã-Bretanha, Botsuana, EUA e Trinidad e Tobago. A final será no domingo (13/8/2017), último dia do Mundial, às 17h15. "Acho que podemos correr abaixo dos 3 minutos e, aí, é final. Estamos em uma série forte, e temos que correr rápido, do início ao fim", afirmou Evandro. 
 
Alexander Russo, de 23 anos, será o segundo homem do revezamento - Lucas Carvalho é quem abre a prova. O velocista da B3 chega ao seu primeiro Mundial tendo superado, pela primeira vez na carreira, a marca dos 46s nos 400 m (seu recorde pessoal é 45s55). "Fizemos alguns treinos dentro do estádio e a pista é muito boa. Estou me sentindo bem, e feliz por estar na equipe como titular - na Olimpíada, acabei correndo, mas inicialmente eu era reserva. A nossa série está bem forte e temos que fazer uma boa marca, mas os atletas da nossa equipe estão com tempos bem homogêneos. Agora é entrar na pista e executar."
 
Hugo Balduíno, de 30 anos, vai fechar o revezamento (ele receberá o bastão de Anderson Henriques). Em seu terceiro Mundial, é o atleta mais experiente do grupo e também foi o último homem da equipe 7ª colocada em Moscou/2013.
 
"Em Pequim/2015 não conseguimos avançar para a final e, agora, nosso objetivo é ir para a decisão e melhorar nosso resultado. Conseguimos um tempo melhor na Olimpíada (3min00s43) mas queremos mais. Eu sou o mais experiente, mas isso não me faz ficar mais tranquilo. É uma emoção incrível estar em um Mundial, e sei da importância de representar o nosso país e de colocar toda nossa capacidade em prática." 
 
Fernando Ferreira faz a segunda melhor marca da carreira no salto em altura - Em seu primeiro Mundial, Fernando Ferreira, de 22 anos, fez a segunda melhor marca da carreira na qualificação do salto em altura, nesta sexta (11/8/2017). O resultado de 2,29 m, apenas um centímetro abaixo de seu recorde pessoal (e índice para o Mundial), não foi suficiente para levar o jovem saltador à final, embora Fernando tenha feito boas tentativas em 2,31 m. "Não deu final por bem pouco, mas foi uma boa prova. Também tive um ano muito bom, e agora é treinar para melhorar", disse o saltador. Fernanda Borges, do lançamento do disco, também não se qualificou à final.
 
Luiz Alberto de Araújo tinha boas expectativas para o decatlo mas, após correr os 100 m, a primeira prova do programa, sentiu dores na coxa esquerda. "O médico chegou a me atender antes do salto em distância, eu conversei com o Edemar (Alves), meu treinador, e falei que ia tentar fazer o salto porque poderia ser só um incômodo. Mas fiz o salto e vi que não tinha como continuar."
 
1

Eventos esportivos / Entidades Mundiais

CEO da CBDN

Pedro Cavazzoni fala sobre PyeongChang 2018

Esportes de Neve

Victor Santos fala sobre o Cross Country

 

 
Mascotes

Mais lidas da semana

Curta - EA no Facebook